Roger Waters lidera protesto em Nova York por liberdade de Nicolás Maduro e Cilia Flores

Roger Waters lidera protesto em Nova York por Nicolás Maduro e Cilia Flores. Saiba o que motivou o artista neste dia histórico!

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Foto: Reprodução
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Artistas e ativistas exigem libertação de Nicolás Maduro em Nova York

Roger Waters, fundador do Pink Floyd, liderou um protesto em Nova York, EUA, exigindo a libertação do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O evento ocorreu em frente ao Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, onde o casal se encontra detido.

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Memória de um evento político marcante

Waters escolheu o dia 13 de abril para seu posicionamento, data que marca 24 anos de uma tentativa de golpe contra a Revolução Bolivariana, que foi frustrada pela mobilização popular. Ele se manifestou como um crítico da ordem imperial ocidental.

A mobilização em frente à prisão

O artista se juntou a grupos como a Rede de Solidariedade com a Venezuela, o Partido Mundial dos Trabalhadores, o Brooklyn Contra a Guerra e o Bronx Antiguerra. Durante seu discurso, ele fez apelos diretos à multidão reunida.

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“Libertem Maduro! Libertem Maduro! Libertem os líderes!”, exclamou Waters no início de sua fala. Em seguida, ele apontou para o prédio, afirmando que a prisão do presidente Maduro e de Cilia Flores constituía uma “tragédia e um grave erro”.

Contexto histórico e protestos atuais

O dia 13 de abril de 2002 é lembrado pela Venezuela como o Dia da Dignidade Nacional, em memória de quando o povo resistiu a um golpe midiático e empresarial que tentou depor Hugo Chávez por pouco mais de 48 horas. Em 2026, a Venezuela celebrou essa data com uma grande marcha nacional.

Enquanto isso, a milhares de quilômetros de distância, ativistas americanos e o ícone do rock mantiveram suas reivindicações. Desde 3 de janeiro, quando uma operação militar dos EUA na Venezuela capturou o casal presidencial, diversas organizações de base continuam presentes em frente ao MDC.

Denúncia de perseguição política

Essas manifestações visam denunciar a detenção como um ato de perseguição política. Os ativistas têm exigido a libertação do presidente e de sua família por meio de passeatas, cartas e manifestações contínuas.

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