Rodrigo Pacheco desiste de candidatura ao governo de Minas Gerais e PSB busca novas opções
Rodrigo Pacheco decide não concorrer ao governo de Minas Gerais, abrindo espaço para novas lideranças do PSB. Quais serão os próximos passos?
Rodrigo Pacheco não será candidato ao governo de Minas Gerais
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, declarou nesta terça-feira (19) que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) decidiu não se candidatar ao governo do estado de Minas Gerais. Pacheco já havia liberado o partido na semana passada para explorar outras opções, sinalizando que não aceitaria concorrer ao cargo.
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“Em Minas Gerais, nós estávamos trabalhando com a candidatura do Rodrigo Pacheco. Infelizmente, ele optou por não ser candidato. Nós reabrimos o diálogo em Minas Gerais. Estamos conversando com várias lideranças e tenho certeza que vamos construir uma candidatura forte, um palanque forte para o presidente [Lula] em Minas Gerais”, afirmou Edinho em entrevista ao Warren Investimentos.
Novas opções para o PSB em Minas Gerais
Desde que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou a articular os palanques estaduais para as eleições, Pacheco foi considerado o favorito para Minas Gerais, que é o segundo maior colégio eleitoral do país. Com sua saída, outros nomes do PSB começam a surgir como alternativas, entre eles o empresário Josué Alencar, filho de José Alencar, que foi vice-presidente de Lula, e o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares Júnior.
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Pacheco se filiou ao PSB após não encontrar espaço no PSD, que tem como pré-candidato o atual governador Mateus Simões. Jarbas e Josué também se juntaram ao PSB após a decisão de Pacheco. Josué já foi cogitado para outras disputas eleitorais, mas seus planos não avançaram.
Agora, lideranças do PT acreditam que é possível superar as dificuldades do passado, como a resistência da família dele, sendo ele considerado um “grande nome” por uma ala do partido.
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Marília Campos e novas articulações
A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), perdeu força recentemente para a disputa ao governo do estado, sendo vista como uma opção mais competitiva para o Senado. A avaliação é de que sua candidatura ao governo poderia ser uma “queima de cartucho”.
Aliados de Pacheco estão retomando a ideia de que o senador, que não foi indicado para o STF, agora seja considerado para uma vaga no TCU.