Robô Detetive em Futuro Distópico: Mistério e Ação em Conglomerate North

Robô detetive investiga mistério em futuro distópico! AD 2846 precisa da sua ajuda em Conglomerate North, 2027. Descubra o que aconteceu com a humanidade neste jogo inovador!

Artificial Detective: Um Detetive Robô em um Futuro Distópico

A VIVIX, um estúdio independente formado por talentos que trabalharam em projetos renomados como Call of Duty: Modern Warfare 2, Control e a antologia Love, Death & Robots da Netflix, acaba de anunciar seu novo jogo, Artificial Detective. O título de ação e aventura está previsto para chegar em 2027, com lançamento simultâneo para PS5, Xbox Series e PC, através das plataformas Steam e Microsoft Store.

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O jogador assumirá o papel de um robô detetive que acorda em uma metrópole futurista, Conglomerate North, abandonada pela humanidade. A história se desenrola em 2846, um ano marcado por uma catástrofe global que transformou a cidade em um refúgio para milhões de sobreviventes.

Conglomerate North se expandiu verticalmente, com distritos empilhados e conectados por pontes aéreas e bondes levitantes, criando uma megalópole complexa e intrigante.

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A Estética Decopunk da Metrópole

A estética do jogo é descrita como decopunk, uma mistura única do Art Déco dos anos 1930 com elementos de um futuro distópico dominado por máquinas. A cidade é composta por arranha-céus imponentes, pontes aéreas e parques elevados, criando um cenário visualmente rico e contrastante.

A VIVIX busca criar uma experiência imersiva, explorando a fusão entre o passado e o futuro.

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Personagens Inusitados

O protagonista, AD 2846, é um mashup de RoboCop e C-3PO, equipado com uma pistola taser e responsável por coletar peças de robôs derrotados. A segunda protagonista, Mogli, é uma menina humana criada por robôs, com habilidades em hacking, crafting e upgrades, além de um forte vínculo emocional com AD.

A terceira figura central é D.A.W.G. (Dedicated Artificial Weaponized Guard), um robodog com uma bateria danificada que desperta AD, oferecendo força e assistência no combate e inventário.

Segundo Ilya Kuzyuk, CEO e co-fundador da VIVIX, a cidade foi criada para preservar Conglomerate North até o retorno da humanidade, mas algo deu errado. As máquinas assumiram o controle, e o mistério central da história é o que aconteceu. A equipe da VIVIX busca criar uma experiência envolvente que combine inteligência artificial, ação e narrativa, sem cair em uma reflexão excessiva sobre o futuro.