Roberto Garcia culpa lesões de jogadores-chave pelo desempenho da Bélgica na Copa do Mundo de 2026

Garcia acredita que as lesões de jogadores-chave comprometeram a performance da Bélgica, mas se mostra satisfeito com seu legado à frente da seleção.

Rudi Garcia, técnico da Bélgica, no duelo contra o Egito pela primeira rodada do grupo G da Copa do Mundo

O ex – treinador da seleção belga, Roberto Garcia, analisou sua passagem pelo comando da equipe após a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao jornal belga, ele destacou as lesões de jogadores – chave como Youri Tielemans, Charles De Ketelaere e Zeno Debast como fatores que impactaram o desempenho da Bélgica no torneio.

Garcia não recebeu uma resposta imediata da federação belga sobre suas declarações. Apesar dos desafios enfrentados, o treinador acredita ter realizado um bom trabalho e enfatizou que deixou a seleção sem ressentimentos em relação à federação ou aos atletas sob sua liderança. “Vim para uma missão.

Peguei a Bélgica sob minha responsabilidade porque uma Copa do Mundo se aproximava com Kevin De Bruyne, Thibaut Courtois e Romelu Lukaku”, declarou.

Reflexão sobre a trajetória

O ex – treinador expressou confiança na capacidade dos jogadores icônicos de levar a equipe a um bom desempenho. Ele afirmou: “Achei que esses três lendários jogadores ainda poderiam carregar a Bélgica e que poderíamos guiá – los o mais longe possível juntos.” Garcia considerou que sua missão se concluiu com o fim do Mundial, ressaltando as experiências positivas que teve durante seu tempo à frente da seleção.

Sobre sua continuidade no cargo, Garcia revelou que estaria disposto a renovar seu contrato se essa opção tivesse sido oferecida. “Acho que teria gostado de ficar, mas isso também teria sido uma escolha pelo conforto da minha parte”, confessou.

Ele mencionou o vínculo criado com os jogadores e a identificação com o país durante os 18 meses em que esteve à frente da equipe.

O ex – treinador acredita que sua gestão recolocou a Bélgica em destaque no cenário do futebol mundial. “Não acho imodéstia dizer que recolocamos a Bélgica no mapa do futebol mundial. Então minha missão foi cumprida”, afirmou Garcia. Ele finalizou dizendo que está tranquilo e satisfeito com o legado deixado.

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Novo ciclo para a seleção belga

Após a Copa do Mundo, a federação belga agiu rapidamente para iniciar um novo ciclo na seleção, visando as próximas competições internacionais. A mudança de comando marca um momento decisivo para a equipe enquanto busca reestruturar – se para futuros desafios.

A saída de Garcia e a chegada de um novo treinador indicam uma fase de renovação na seleção belga, que espera voltar a brilhar nos próximos torneios. A expectativa é alta entre os torcedores e dirigentes quanto ao futuro da equipe sob nova liderança.