O Carnaval de Rua 2026 no Rio de Janeiro promete agitar a cidade de 17 de janeiro a 22 de fevereiro, com 460 blocos e mais de 6 milhões de foliões!
A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta quinta-feira (15), o planejamento para o Carnaval de Rua 2026. A festividade terá início no sábado, dia 17 de janeiro, e se estenderá até 22 de fevereiro. Espera-se que mais de 6 milhões de pessoas participem da celebração na cidade maravilhosa.
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Dos 460 blocos programados, 35 desfilarão pela primeira vez. A região central da cidade será o principal palco dos desfiles. A secretaria municipal de políticas para a mulher estará presente, atuando contra o assédio. As mulheres poderão solicitar ajuda em caso de necessidade.
A secretária da mulher, Joyce Trindade, destacou que as equipes estarão disponíveis para oferecer apoio. “A mulher encontrará a equipe mais próxima para pedir socorro em caso de assédio ou violência”, afirmou. Este ano, a plataforma Mulher.Rio será traduzida para inglês, espanhol e francês, visando atender o aumento de mulheres estrangeiras na cidade.
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A CET-Rio e o COR da prefeitura implementarão mais tecnologia para agilizar o atendimento durante o Carnaval. Um aplicativo do Carnaval de Rua do Rio estará disponível, reunindo informações e dicas para os foliões. É essencial que os participantes se preparem para a maratona de blocos, mantendo-se hidratados e usando roupas e calçados confortáveis.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a falta de hidratação foi uma das principais causas de atendimentos médicos no ano anterior. A Riotur estima que a economia da cidade receberá mais de 5,7 bilhões de reais durante o evento. O Circuito Preta Gil contará com 10 grandes blocos, incluindo o Cordão do Boitatá, que desfilará pela primeira vez no dia 8 de fevereiro.
A prefeitura reforça que haverá um esquema de segurança e revista nos locais dos desfiles, semelhante ao de grandes eventos. A agenda dos megablocos é a seguinte:
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.