Reação de Reza Pahlavi à Morte de Khamenei
Reza Pahlavi, o primogênito do último xá do Irã, descreveu a morte do líder supremo do país como “um bálsamo”, afirmando que o aiatolá Khamenei era “o déspota sanguinário de nossa época”. Em uma publicação nas redes sociais, Pahlavi declarou que, com a morte de Khamenei, a República Islâmica estaria efetivamente chegando ao fim e logo seria esquecida.
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Residente nos Estados Unidos, Pahlavi frequentemente se posiciona como um líder para Teerã. Ele afirmou que qualquer tentativa de nomear um sucessor para Khamenei “está fadada ao fracasso desde o início”. Em sua mensagem ao povo iraniano, ele mencionou que este poderia ser o início de uma grande celebração nacional, mas que não representa o fim da jornada.
Desafios e Críticas
Apesar de Pahlavi ter conseguido mobilizar centenas de milhares de manifestantes da oposição globalmente, críticos o consideram uma figura divisiva. O apoio à monarquia deposta é um tabu no Irã, visto como um crime por uma sociedade que se revoltou contra a ditadura do Xá.
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No entanto, Pahlavi continua sendo o rosto mais reconhecido da oposição.
Conflitos e Tensão no Oriente Médio
Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu aniquilar as forças armadas do Irã e destruir seu programa nuclear. Em um vídeo de oito minutos na rede Truth Social, Trump acusou o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”, afirmando que os EUA “não aguentam mais”.
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Israel também anunciou ataques contra o Irã. Diferentemente do que ocorreu em junho de 2025, quando os EUA e Israel atacaram o Irã, os novos ataques começaram durante o dia, na madrugada deste sábado, enquanto milhões de iranianos se dirigiam ao trabalho ou à escola.
Fontes indicam que, desta vez, as forças armadas dos EUA planejam uma série de ataques que se estenderão por vários dias.
Enquanto isso, fontes do regime iraniano afirmam que Khamenei está vivo. Em resposta, o regime lançou uma onda de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões sendo ouvidas em países que abrigam bases militares americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
