Relator da CPI do INSS acusa delegado da PF de obstrução

A ocorrência se deu em meio a divergências sobre o que deveria ser declarado e o que permanecia sob confidencialidade.

28/08/2025 23:05

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Relator da CPI do INSS acusa delegado da PF de obstrução
(Imagem de reprodução da internet).

O relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), ameaçou conceder à Polícia Federal, por meio do delegado Bruno Bergamaschi, o poder de decretar prisões durante reunião confidencial realizada na quinta-feira (28).

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De acordo com a CNN, a ocorrência teria acontecido quando o delegado estava sendo questionado sobre as associações investigadas no esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Em razão da negativa em fornecer essa informação, o relator considerou a possibilidade de decretar a prisão do testemunha.

A situação provocou um clima tenso desde o início da oitiva, que foi amenizado pela mediação do presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Na reunião, o colegiado ficou ciente do habeas corpus determinado pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), permitindo que o delegado abordasse fatos já divulgados sobre as investigações.

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Após a reunião, o relator confirmou aos jornalistas que houve uma discordância com o delegado sobre o que ele poderia falar. “Nós tivemos uma discordância sobre o que poderia ser falado ou não. Porque tinha muita coisa publicizada e o delegado estava interpretando que mesmo sobre o publicizado e as operações realizadas, ele não poderia falar”, destacou.

A CPMI do INSS conduziu, na quinta-feira, as primeiras audiências referentes à investigação sobre descontos indevidos em aposentadorias e pensões.

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As investigações foram iniciadas ainda pela manhã com o depoimento de Patrícia Bettin Chaves, coordenadora da Câmara de Coordenação e Revisão Previdenciária da DPU (Defensoria Pública da União).

A CPMI apurou um esquema de descontos ilegais na folha de pagamentos de aposentados e pensionistas, após operação da Polícia Federal e da CGU (Controladoria-Geral da União).

As organizações teriam arrecadado um montante de aproximadamente R$ 6,3 bilhões, abrangendo o período de 2019 a 2024.

Fonte por: CNN Brasil

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