Reino Unido enfrenta crise na indústria; pressão aumenta sobre Keir Starmer por medidas urgentes

A crise na indústria do Reino Unido levanta preocupações sobre a desindustrialização e pressiona Keir Starmer a agir. Quais medidas podem ser tomadas para

(Imagem de reprodução da internet).

Perda de Empregos na Indústria Manufatureira do Reino Unido

O Reino Unido enfrenta uma crescente perda de empregos na indústria manufatureira, com a produção sendo transferida para o exterior. Um alerta foi emitido nesta segunda-feira (15) por um grupo do setor e uma entidade sindical, que pedem ao governo medidas mais eficazes para reduzir os altos custos de energia que afetam as empresas.

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A estratégia industrial, lançada há um ano, visa isentar setores de certas taxas ambientais, mas a eficácia do programa tem sido questionada.

A Make UK, grupo industrial, revelou que uma pesquisa com seus membros indicou que mais da metade das empresas não percebeu benefícios significativos da estratégia. Além disso, cerca de um quarto delas já transferiu parte da produção para fora do país ou está considerando essa possibilidade.

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Stephen Phipson, diretor executivo da Make UK, destacou que a Grã-Bretanha corre o risco de desindustrialização se os fabricantes não receberem alívio em relação aos altos preços da energia.

Demandas por Ação Governamental

Phipson enfatizou a necessidade de expandir o programa para toda a indústria e de implementá-lo com urgência, afirmando que o governo não pode se dar ao luxo de esperar por novas consultas ou por turbulências políticas. A pressão sobre o primeiro-ministro Keir Starmer aumenta, especialmente entre seus parlamentares trabalhistas, após uma série de mudanças de posição e renúncias.

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O apoio ao prefeito da Grande Manchester, Andy Burnham, para uma possível disputa pela liderança também está crescendo.

Além disso, Phipson mencionou que a ampliação do programa para todas as empresas do setor custaria cerca de 3 bilhões de libras (aproximadamente US$ 4 bilhões) anualmente, mas poderia salvar até 2,5 milhões de empregos. O Trades Union Congress, federação sindical, também apoiou o pedido por mais auxílio, com o secretário-geral Paul Nowak afirmando que a expansão do programa é essencial para proteger empregos e garantir o funcionamento das fábricas e usinas.

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