Receita Federal dispara IOF em 49% e impacta o custo do crédito!

Receita Federal dispara IOF em 49% em janeiro de 2026! Aumento de R$ 2,6B impulsiona arrecadação e impacta o custo do crédito. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A Receita Federal divulgou nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, dados que revelam um aumento expressivo na arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Em janeiro de 2026, o imposto arrecadou R$ 8,009 bilhões, representando um crescimento de 49,05% em relação ao mesmo mês de 2025, já ajustado pela inflação.

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Esse acréscimo de R$ 2,636 bilhões se destaca como um dos principais fatores que impulsionaram as receitas administradas pela RFB.

Fatores que Contribuíram para o Aumento

A elevação da arrecadação do IOF foi resultado de uma alteração na legislação tributária, que ampliou a base de incidência e as alíquotas em operações específicas. Essa mudança, combinada com a redução da taxa de câmbio na comparação anual e com a queda no valor das importações em dólar, contribuiu para um desempenho notável do imposto, que superou os R$ 5,374 bilhões arrecadados em janeiro de 2025, ajustado para os preços de janeiro de 2026.

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Impacto na Arrecadação Geral e no Custo do Crédito

O aumento do IOF teve um impacto direto na arrecadação total da Receita Federal, que atingiu R$ 313,201 bilhões em janeiro de 2026, representando um crescimento de 5,21% em relação ao ano anterior. Esse valor reforça o caixa da União, especialmente em um cenário de desaceleração de tributos ligados ao comércio exterior.

O IOF também influencia diretamente o custo do crédito, operações de câmbio e seguros, elevando o encargo financeiro para os pagadores de imposto e ampliando a margem de manobra fiscal do governo federal.

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Outros Tributos e Desempenho Geral

Em contraste com o forte crescimento do IOF, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e o Imposto de Importação apresentaram recuos, afetados pela queda no valor da moeda americana. O IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) sobre rendimentos de capital também registrou um aumento significativo, impulsionado pelo desempenho de títulos e fundos de renda fixa, além da tributação de juros sobre capital próprio.

Os dados completos, incluindo os PDFs com os valores detalhados, estão disponíveis para consulta.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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