Real brilha no Oriente Médio: valorização surpreende e Banco Central atento

Real brilha no Oriente Médio! 🚀 Estudo aponta 2ª maior valorização desde o conflito de 28/02/2026. Dólar em mínima em 2 anos! Saiba mais.

Real se Valoriza em Meio a Cenário de Incertezas no Oriente Médio

Um recente estudo da consultoria aponta para a segunda maior valorização do real frente ao dólar desde o início do conflito no Oriente Médio, que ocorreu em 28 de fevereiro de 2026. Até o final da primeira semana de maio, a moeda brasileira subiu 5,09%.

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A cotação do dólar fechou na sexta-feira, 8 de maio, em R$ 4,89, a menor marca em mais de dois anos.

O desempenho do real foi impulsionado, em parte, pelo aumento da cotação do petróleo e de outras commodities, o que estimula as exportações brasileiras. Essa alta também impacta as contas públicas do governo, com a arrecadação de royalties podendo ser potencializada, abrindo espaço para medidas de estímulo econômico.

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Além disso, a política monetária restritiva do Banco Central, com dois cortes consecutivos na taxa Selic (de 0,25% para 14,50%), contribuiu para a valorização. Segundo o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, essas decisões “conservadoras” criaram uma reserva para futuros cortes de juros, posicionando o país de forma favorável no cenário internacional.

O diferencial entre a Selic e a inflação, um dos maiores do mundo entre os brasileiros, atrai capital estrangeiro, pois investidores buscam oportunidades com taxas de retorno mais elevadas. Essa dinâmica fortalece o real e aumenta a segurança do mercado.

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Dados do fechamento de abril revelaram um crescimento significativo na B3, com um resultado positivo de R$ 56,54 bilhões no acumulado do ano, mais do que o dobro do total registrado no ano anterior (R$ 25,47 bilhões). O Shekel Israelense lidera o ranking de moedas mais valorizadas.

O principal fator por trás desse desempenho é a percepção de que a economia israelense se mantém resiliente, apesar da guerra iniciada por um ataque de Israel e Estados Unidos ao Irã. A atividade econômica do país é impulsionada pelo setor de tecnologia, pela entrada de capital estrangeiro e pelo apoio financeiro dos Estados Unidos.