Desde sua volta às telas da Globo em 3 de novembro, a emissora tem enfrentado um desafio inesperado: a reprise da novela de Silvio de Abreu, originalmente exibida em 1990, não tem conseguido atrair o público da faixa vespertina. O que inicialmente era visto como um sucesso garantido transformou-se em um problema complexo para a direção da emissora.
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As informações sobre essa situação são do Na Telinha.
Desempenho Abaixo do Esperado
Os índices de audiência da novela estão significativamente abaixo do esperado, ficando aquém do desempenho de outras repetições recentes, como “A Viagem” e “Tieta”. Essa situação tem gerado preocupação entre os estrategistas da Globo, que agora precisam encontrar uma solução para manter o público engajado sem comprometer a programação da faixa vespertina.
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Tentativas de Ajuste na Repetição
Para tentar reverter o quadro, a emissora tem adotado medidas como a edição de episódios. Nos bastidores, a Globo passou a condensar até três capítulos em um único episódio diário, buscando tornar a narrativa mais dinâmica e focada nos momentos dramáticos da protagonista Maria do Carmo, interpretada por Regina Duarte.
A ideia é que essa edição mais concentrada nos momentos de tensão possa tornar a novela mais atraente para o público.
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Pressão por uma Nova Escolha
Apesar das tentativas, o desempenho da reprise continua sendo considerado preocupante. Analistas de TV alertam que, se os índices baixos persistirem, a Globo pode tomar a decisão de retirar a novela da programação antes do previsto, mesmo que o planejamento original fosse manter a exibição até maio do próximo ano.
A escolha de um novo título para a faixa vespertina também é um desafio, pois qualquer erro poderia comprometer toda a programação.
Opções e Desafios
A emissora está avaliando diferentes opções para o próximo título, incluindo clássicos do catálogo da Globo e tramas mais recentes que poderiam ser adaptadas para a faixa da tarde. Cada alternativa apresenta seus próprios desafios: os clássicos despertam nostalgia, mas podem não atrair públicos mais jovens, enquanto as tramas recentes correm o risco de fracassar.
A situação em torno de “Rainha da Sucata” continua gerando debates entre críticos e espectadores, que questionam se a edição condensada prejudica o desenvolvimento dos personagens e a reprodução de cenas icônicas. A mudança nos hábitos do público desde a década de 1990 também é um fator a ser considerado.
