Rafa Brites, aos 39 anos, utilizou as redes sociais na manhã da quinta-feira (12) para esclarecer dúvidas e responder a críticas que surgiram após revelar seu diagnóstico de lipedema na segunda-feira (9). A apresentadora expressou seu incômodo com comentários que questionavam sua condição devido à sua aparência física, ressaltando a persistente associação entre falta de problemas de saúde e magreza na sociedade.
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“Meu vídeo sobre lipedema foi divulgado em diversos portais, e o que vejo é muitas pessoas indo lá, negando que eu tenha lipedema, porque eu sou magra. É como se a nossa sociedade fosse doente, e a questão é: por que se assume que um corpo magro não pode ter problemas?”, declarou a esposa de Felipe Andreoli.
Segundo a apresentadora, o diagnóstico não foi baseado em suposições, mas sim em avaliações médicas detalhadas realizadas por um especialista vascular em São Paulo. “Se eu digo aqui no Instagram que fui diagnosticada com lipedema, não tirei isso da minha cabeça.
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Fui avaliada por um dos melhores vascularistas da cidade”, afirmou.
Rafa detalhou que passou por exames aprofundados, incluindo ultrassons e mapeamentos que duraram mais de duas horas. “Fiquei mais de duas horas no consultório, passando aquele gel na perna e fazendo mapeamentos”, relatou. Durante as consultas, foram identificadas outras questões vasculares, exigindo acompanhamento contínuo e o uso de meias de compressão devido ao risco de trombose.
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A apresentadora também mencionou que possui problemas no sistema linfático desde o nascimento e reforçou a importância dos conteúdos que compartilha com o público. A discussão se concentra na tendência de associar magreza à saúde, um equívoco que ignora fatores internos e diagnósticos médicos.
“Eu estou aqui há 15 anos, e jamais viria falar de uma coisa que eu me autodiagnostiquei. Não foi uma ideia que surgiu no ChatGPT, nem uma conversa com uma ‘nutri’ do Instagram, nem uma orientação de uma médica que não é médica do Instagram”, explicou.
Ela enfatizou que existem diversas formas de alcançar um corpo magro sem que isso represente bem-estar real.
“Alguém pode estar magro, ter se submetido a tratamentos como Ozempic ou Mounjaro, e ainda assim não estar bem. Ninguém se preocupa em investigar o que realmente está acontecendo por dentro”, concluiu Rafa Brites, enfatizando a importância de não confundir magreza com saúde.
