Queda nos Preços do Petróleo Abala Mercado de Grãos em Chicago; Impactos e Previsões!

Queda nos preços do petróleo abala o mercado de grãos em Chicago! Descubra como as importações da China e as projeções do USDA impactam soja e trigo.

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(Imagem de reprodução da internet).

Queda nos Preços do Petróleo Impacta Mercado de Grãos em Chicago

A desvalorização do petróleo afetou o desempenho dos grãos na bolsa de Chicago nesta terça-feira (10). O recuo nos preços da energia se deu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicar que uma solução para o conflito no Oriente Médio pode estar próxima.

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Com o petróleo mais barato, a competitividade do etanol produzido a partir do milho e da soja nos EUA diminui, pressionando o mercado de grãos. A consultoria Royal Rural observou que o setor está atento ao ritmo das importações de soja pela China, que caíram nos dois primeiros meses do ano.

Esse movimento reflete embarques norte-americanos que ainda não chegaram ao país, além de colheitas mais lentas no Brasil e atrasos no desembaraço aduaneiro. A China costuma divulgar os dados de janeiro e fevereiro de forma combinada para evitar distorções devido ao feriado do Ano Novo Lunar.

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Durante esse período, as importações chinesas de soja totalizaram 12,55 milhões de toneladas, uma queda de 7,8% em relação ao ano anterior.

Desempenho do Trigo

Os contratos futuros de trigo também fecharam em baixa na bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em maio caiu 2,03%, sendo cotado a US$ 5,91 por bushel. Segundo a consultoria Agrinvest, o mercado financeiro e agrícola passou por um dia de correção, fazendo com que o cereal perdesse o patamar de US$ 6 por bushel, alcançado em sessões anteriores.

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A consultoria destacou que o relatório mensal de oferta e demanda trouxe poucas mudanças para o cenário do trigo nos Estados Unidos, com apenas uma leve redução nas estimativas globais.

Queda nos Preços da Soja

A soja também encerrou o dia em queda na bolsa de Chicago. O contrato para maio recuou 0,46%, sendo negociado a US$ 12,0175 por bushel. O mercado reagiu às novas projeções do relatório mensal de oferta e demanda agrícola, divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

O documento indicou um corte na produção da Argentina, reduzida de 48,5 milhões para 48 milhões de toneladas, além de uma revisão para baixo nos estoques finais globais da safra 2025/26. A produção mundial de soja foi estimada em 427,18 milhões de toneladas, uma redução de 1 milhão de toneladas em relação à projeção anterior.

Mercado de Milho

Os contratos futuros do milho também fecharam em baixa na Chicago Board of Trade. O vencimento para maio caiu 0,33%, cotado a US$ 4,5225 por bushel. De acordo com a análise do Pro Farmer, o mercado foi pressionado por vendas técnicas e realização de lucros, especialmente no início do pregão.

A Agrinvest apontou que o milho enfrentou pressão adicional após o aumento das estimativas para os estoques finais globais. O USDA elevou as projeções de estoques para as temporadas 2024/25 e 2025/26. Além disso, a estimativa de produção mundial de milho foi revisada de 1,295 bilhão para 1,297 bilhão de toneladas, superando os 1,230 bilhão de toneladas da safra anterior.

Para a América do Sul, o departamento ajustou a projeção da safra brasileira 2025/26 de 131 para 132 milhões de toneladas, compensando um corte de 1 milhão de toneladas na estimativa de produção da Argentina, agora projetada em 52 milhões de toneladas.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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