Protestos em Teerã clamam por liberdade; autoridades reconhecem mortes em repressão. A agitação desafia o governo iraniano em meio a pressão internacional.
No último domingo (11), manifestantes no bairro de Punak, em Teerã, capital do Irã, clamaram por liberdade. Durante os atos, eles repetiram: “Liberdade, liberdade, liberdade, digam isso!”
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Na terça-feira (13), uma autoridade do país reconheceu pela primeira vez o elevado número de mortos decorrente da repressão intensa que ocorreu nas duas semanas de agitação em todo o Irã. A declaração foi feita à agência de notícias Reuters.
A autoridade iraniana atribuiu as mortes a “terroristas”, sem fornecer detalhes sobre as vítimas, que incluíam tanto manifestantes quanto membros da segurança. Os protestos, motivados por condições econômicas precárias, têm sido um desafio para o governo iraniano nos últimos três anos.
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Esses eventos ocorrem em um contexto de crescente pressão internacional, especialmente após os ataques de Israel e dos Estados Unidos no ano anterior.
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Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.