Professores da USP apoiam greve estudantil e convocam vigília em defesa de reivindicações

Professores da USP se unem à greve estudantil e exigem mudanças urgentes! Descubra as principais reivindicações e os próximos passos dessa mobilização.

Professores da USP aderem à greve estudantil

Na última segunda-feira (25), os docentes da Universidade de São Paulo (USP) decidiram, em assembleia geral da Adusp (Associação dos Docentes da USP), apoiar a greve estudantil que está em andamento nas universidades estaduais de São Paulo. A paralisação terá início imediato e uma nova assembleia foi agendada para o dia 1º de junho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as principais reivindicações dos professores estão a negociação com o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas), o Fórum das Seis, a reitoria da USP e os estudantes. Além disso, os docentes solicitam um reajuste salarial de IPCA mais 3%, um aumento no valor do PAPFE (Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil), a reorganização do semestre acadêmico e a não punição dos alunos que participam das manifestações.

Apuração das responsabilidades e vigília

A Adusp também destacou a necessidade de investigar as responsabilidades do Estado de São Paulo durante a desocupação da reitoria da universidade. Para isso, a associação convocou uma vigília para esta terça-feira (26), em frente à reitoria da USP, durante uma reunião do Conselho Universitário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Governo de São Paulo foi contatado pela CNN Brasil para se manifestar sobre a situação. Na última quarta-feira (20), o governo se reuniu com representantes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e da Universidade Estadual de Campinas para discutir as demandas do movimento grevista, que surgiram após manifestações de estudantes na capital paulista.

De acordo com o DCE Livre da USP, os alunos exigem uma retratação pública em relação à desocupação da reitoria realizada pela Polícia Militar, além do arquivamento do inquérito que investiga os manifestantes.

Leia também