Priscila Belfort: o caso que abala o Brasil! 22 anos de mistério e busca incessante. “Volta Priscila” reacendeu o caso da jovem de 29 anos. Novo escândalo envolvendo o namorado e teorias sobre aborto. Será que a família Belfort tem a chave para o desfecho?
O desaparecimento de Priscila Belfort, irmã do campeão de MMA Vitor Belfort, continua sendo um dos casos mais dolorosos e persistentes da história policial brasileira. Em 2026, completam-se 22 anos desde que a jovem de 29 anos sumiu, e a busca por respostas permanece em curso.
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A série documental “Volta Priscila”, que ganhou destaque entre o final de 2024 e o início de 2025, impulsionou novas linhas de investigação e reacendeu o debate sobre o caso. A produção trouxe à tona detalhes que desafiam a tese inicial de um crime comum, sugerindo que a situação pode ter sido mais complexa.
Uma das hipóteses levantadas pela série e por depoimentos de pessoas próximas a Priscila é a de um possível aborto. A investigação sugere que a jovem poderia ter interrompido a gravidez, o que poderia ter gerado complicações graves. Essa linha de investigação, que aponta para uma tragédia em ambiente privado, foi negligenciada pelas autoridades na época, que se concentraram na suspeita de sequestro ou homicídio por traficantes.
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Outra reviravolta no caso é a suspeita em torno do namorado de Priscila na época, Luiz Cláudio Corrêa Fortes. Vitor Belfort questiona a eficácia das buscas realizadas pela polícia, especialmente em relação ao comportamento do companheiro após o sumiço, como o uso do computador pessoal de Priscila.
Essa atitude gerou interrogação sobre o caso.
Por anos, a principal teoria policial foi a execução por traficantes do Morro da Providência. No entanto, a ausência de provas materiais, como vestígios de DNA ou a localização de um corpo, nunca sustentou essa teoria. A família de Priscila acredita que falhas de procedimento, possivelmente influenciadas pelo poder econômico e político de figuras envolvidas, impediram que o caso chegasse a um desfecho.
Em 2026, a tecnologia de reconhecimento facial e o cruzamento de dados genéticos em bancos nacionais de pessoas desaparecidas são as principais ferramentas utilizadas na busca por Priscila. O DNA de Vitor e Jovita Belfort está cadastrado no Banco Nacional de Perfis Genéticos, e qualquer ‘match’ automático é investigado.
A mãe de Priscila transformou sua dor em uma causa pública e continua lutando por políticas públicas para desaparecidos no Brasil. Ela utiliza a visibilidade do caso da filha para pressionar por um sistema nacional unificado de buscas.
Apesar do tempo, o caso não foi arquivado. Enquanto houver novas evidências ou a possibilidade de Priscila estar viva, as diligências continuam. A busca por Priscila Belfort é um exemplo da persistência da família e da importância da tecnologia na resolução de crimes complexos.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.