Preço dos Imóveis Residenciais no Brasil sobe 0,20% em Janeiro de 2026; veja detalhes!

Em janeiro de 2026, os preços dos imóveis residenciais no Brasil subiram 0,20%, com destaque para Belém e Manaus. Descubra os detalhes dessa tendência!

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(Imagem de reprodução da internet).

Preço dos Imóveis Residenciais no Brasil em Janeiro de 2026

Em janeiro de 2026, o preço médio dos imóveis residenciais no Brasil registrou um aumento de 0,20%. Esse crescimento representa uma desaceleração em relação ao mês anterior, dezembro de 2025, que teve alta de 0,28%, e novembro de 2025, com um aumento de 0,58%.

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Os dados são provenientes do Índice Fipezap, uma pesquisa da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) que analisa os anúncios de imóveis em 56 cidades.

A pesquisa considera os valores dos anúncios, e não os preços dos negócios efetivamente fechados. A alta nos preços foi observada em 47 das 56 cidades analisadas, incluindo 16 das 22 capitais. Entre as cidades com maior aumento estão Belém (2,19%), Manaus (1,07%) e Salvador (1,07%).

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Outras capitais como Florianópolis (0,82%) e Brasília (0,65%) também apresentaram crescimento significativo.

Queda nos Preços em Algumas Cidades

Por outro lado, algumas cidades registraram queda nos preços. São Luís teve uma redução de 1,02%, seguida por Curitiba (-0,66%) e Belo Horizonte (-0,24%). Recife e Cuiabá também apresentaram recuos de -0,23% cada, enquanto Porto Alegre teve uma queda de -0,12%.

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No acumulado dos últimos 12 meses até janeiro, os preços pedidos aumentaram 6,12%, superando a inflação média de 4,31% medida pelo IPCA. O preço médio anunciado no Brasil alcançou R$ 9.642 por metro quadrado. Em São Paulo, o valor chegou a R$ 11.915/m², enquanto no Rio de Janeiro foi de R$ 10.850/m², em Belo Horizonte R$ 10.640/m² e em Brasília R$ 9.857/m².

Fatores que Influenciam o Crescimento dos Preços

O aumento nos preços é impulsionado por uma demanda aquecida, refletindo a queda do desemprego e o aumento da renda, além de incentivos de programas públicos voltados para habitação popular. No entanto, os altos custos de construção também contribuem para a elevação dos preços dos novos imóveis.

O crescimento, no entanto, é limitado pelos juros elevados dos financiamentos, que dificultam muitas vendas.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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