Porto Alegre: Homenagem comencou após 2 anos da tragédia no prédio da Farrapos
Incêndio fatídico em Porto Alegre: homenagem chocante e pedido urgente! Relembrada a tragédia de 2024 no prédio da Av. Farrapos. Vereador Pedro Ruas cobra
Relembrada Tragédia no Prédio da Avenida Farrapos em Porto Alegre
Em um gesto de memória e reflexão, lideranças da Pastoral do Povo de Rua e o vereador Pedro Ruas (Psol) prestaram homenagem às vítimas do incêndio ocorrido há dois anos no prédio da avenida Farrapos, em Porto Alegre. A iniciativa, realizada no domingo (26), consistiu na disposição de onze rosas brancas ao lado da parede do antigo edifício, marcando o aniversário da tragédia.
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O evento incluiu um minuto de silêncio em memória aos que perderam a vida no incêndio. O vereador Pedro Ruas criticou a falta de fiscalização e cuidados do poder público, ressaltando a responsabilidade na contratação e terceirização de serviços de assistência social.
Ele enfatizou que a garantia de segurança é uma obrigação municipal, independentemente da forma de prestação do serviço.
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CPI e Busca por Justiça
Pedro Ruas, que presidia uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Porto Alegre entre fevereiro e junho de 2025, destacou a demora nas decisões sobre a aplicação de penas aos responsáveis pelo incêndio. A CPI foi criada para investigar o ocorrido e identificar os culpados.
Ele expressou sua inconformidade com a lentidão do processo judicial, afirmando que a justiça deve ser feita.
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Reflexões e Compromissos
O coordenador da Pastoral dos Povos de Rua da Arquidiocese, mencionou a importância da tragédia servir de lição para a evolução dos serviços de atendimento às populações mais vulneráveis. Ele ressaltou a necessidade de buscar forças e coragem para melhorar a qualidade do atendimento, buscando soluções para a falta de moradia digna e segura.
Ato Simbólico e Chamamento à Sociedade
O vereador Pedro Ruas pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas e incentivou o ato de depositar rosas brancas ao lado da parede, em memória aos nomes lidos. Ele enfatizou que o gesto visa chamar a atenção da sociedade para a problemática da falta de moradia segura, um problema de grande relevância que exige planejamento e atenção das autoridades.
A jornalista Iara Maurente bordou os nomes das vítimas em um quadro de tecido verde durante as reuniões da CPI.