Ex-policial e empresário são presos na Operação Compliance Zero! 🚨 Investigação da PF aponta esquema de intimidação contra concorrentes do Banco Master. O caso chocante revela ameaças e vigilância constante. Saiba mais!
A quarta-feira, 4 de março de 2026, marcou um novo capítulo na Operação Compliance Zero, com a prisão preventiva de Marilson Roseno da Silva, um ex-policial federal, e do empresário Daniel Vorcaro. Ambos foram detidos sob suspeita de integrar uma estrutura de monitoramento e intimidação ligada a Vorcaro, conforme investigações da Polícia Federal (PF).
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A decisão judicial, assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, revelou que Roseno, informalmente conhecido como “A Turma”, utilizava sua experiência e contatos policiais para coletar dados sensíveis e monitorar indivíduos considerados adversários do grupo, que atuava para antecipar riscos em investigações e neutralizar críticas ao Banco Master.
A investigação também apontou a participação de Luiz Phillipe Machado de Moraes Mourão, apelidado de “Sicário”, como o líder operacional da estrutura de intimidação. Mourão, segundo a PF, realizava consultas em sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo instituições de segurança, utilizando credenciais de terceiros. As mensagens trocadas entre os dois revelam a coordenação das atividades de vigilância e coleta de dados.
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Além de Roseno e Mourão, a Operação Compliance Zero resultou na prisão de Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel. A investigação detalha como Vorcaro emitia ordens diretas de intimidação contra concorrentes, ex-funcionários e jornalistas, buscando proteger os interesses do Master. As mensagens trocadas revelam a extensão do controle e a estratégia de intimidação utilizada pelo grupo.
Um trecho citado na decisão demonstra a gravidade das ameaças: “Esse lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto” (fl. 90 do e-Doc 1). Outro comando, “Puxa endereço tudo” (fl. 88), evidencia a metodologia de rastreamento e coleta de informações utilizada pela equipe.
As comunicações também revelam a mobilização da “Turma” para “levantar tudo dos dois” (fl. 80), em referência a pessoas associadas a situações consideradas sensíveis. Em uma conversa, Vorcaro sugere: “O bom de dar sacode no chef de cozinha primeiro. O outro já vai assustar” (fl. 84). A pressão sobre funcionários, como evidenciado na mensagem: “DV: Empregada Monique me ameaçando. É mole? Tem que moer essa vagabunda”, demonstra a intensidade das ações do grupo.
A investigação da PF continua a monitorar a atuação do grupo, com Mourão questionando sobre a possibilidade de monitoramento de um ex-funcionário: “Tem algum telefone, alguma coisa assim para monitorar?” (fl. 77 do e-Doc 1). O caso, autorizado pelo ministro Mendonça, representa um marco na Operação Compliance Zero, com o objetivo de desmantelar uma estrutura de vigilância e intimidação que operava em torno do Banco Master.
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Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.