Novo desfecho na morte da policial Gisele Alves Santana? Tribunal transfere caso para o Júri! Suspeitas de crime surgem após laudo do IML revelar detalhes chocantes. Acompanhe a investigação!
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou a transferência do inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. A decisão visa aprofundar as investigações em um caso que inicialmente foi classificado como suicídio, mas que agora é tratado com suspeita de crime.
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A Vara do Júri é especializada em julgar crimes dolosos contra a vida, incluindo homicídio, feminicídio e induzimento ao suicídio.
O caso ganhou destaque após a descoberta do corpo de Gisele em 18 de fevereiro, em seu apartamento, onde residia com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele foi quem acionou o socorro e informou as autoridades sobre o ocorrido, inicialmente relatando o caso como um suicídio.
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A investigação inicial, conduzida pelo Poder360, coletou informações e formulou um cadastro de alertas grátis, em conformidade com a LGPD.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) confirmou que a investigação está em curso, classificando o caso como morte suspeita. A tipificação do crime pode ser revista a qualquer momento, dependendo das evidências que surgirem durante as investigações.
A SSP ressaltou que a Polícia Civil já realizou depoimentos e aguarda laudos complementares para auxiliar na apuração.
A investigação está sendo conduzida com rigor e sigilo, sob o acompanhamento da Corregedoria da Polícia Militar, garantindo a transparência e a devida apuração dos fatos. A equipe de investigação busca esclarecer todas as circunstâncias envolvendo o ocorrido, com o objetivo de garantir justiça e segurança.
Um laudo necroscópico, emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo de Gisele Alves Santana, revelou detalhes importantes. As lesões encontradas, incluindo pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, sugerem a possibilidade de um crime, e não de um suicídio.
O laudo, datado de 7 de março, um dia após a exumação, complementa o primeiro laudo necroscópico, elaborado no dia 19 de fevereiro, que já apontava lesões na face e no pescoço da vítima. A equipe de investigação continua analisando todas as informações e evidências, buscando a verdade por trás do ocorrido.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.