“Sicário” tenta suicídio em custódia! Polícia Federal investiga caso de Luiz Philipi Mourão, ex-detento, em Minas Gerais. Detalhes chocantes e filmados!
A Polícia Federal abriu um inquérito nesta quinta-feira, 5 de março de 2026, para apurar as circunstâncias da tentativa de suicídio de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, enquanto estava sob custódia da corporação em Minas Gerais.
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A apuração foi iniciada também nesta quinta-feira, 5 de março de 2026.
Mourão havia sido preso na quarta-feira, 4 de março de 2026, durante a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras ligadas ao esquema. Segundo a nota da PF, Mourão “atentou contra a própria vida enquanto se encontrava sob custódia da instituição na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais”.
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O diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, afirmou que “toda a ação dele e o atendimento pelos policiais estão filmados sem pontos cegos”. A situação gerou preocupação, e a Polícia Federal está buscando evidências para esclarecer os eventos.
A Polícia Federal informou que Mourão tentou se matar enquanto estava preso e que policiais federais tentaram reanimá-lo, acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que o levou ao Hospital João 23, no centro de Belo Horizonte.
A corporação não detalhou as circunstâncias do encontro do preso nem o que ocorreu em sua nota.
A PF comunicou o ocorrido ao gabinete do ministro relator no Supremo Tribunal Federal e entregará todos os registros em vídeo que demonstram a dinâmica do incidente. Será aberto procedimento apuratório para esclarecer as circunstâncias do fato. A decisão foi comunicada ao ministro, que conduz a investigação no STF.
Luiz Phillipi Mourão integrava o “núcleo de intimidação” de adversários e opositores de Vorcaro, segundo a Polícia Federal. Na decisão que autorizou a operação desta quarta-feira, 4 de março de 2026, o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo, cita duas conversas entre ele e o banqueiro que podem ser interpretadas como intimidação: ameaça contra jornalista – Vorcaro, que trabalha no jornal O Globo, e afirma que “tinha que colocar gente seguindo esse cara pra pegar tudo dele”.
O Sicário responde: “Vou fazer isto”.
O banqueiro declara ter vontade de “dar um pau” no profissional; ameaça contra empregada – em Vorcaro, diz ter sido ameaçado por uma empregada e afirma que “tem que moer essa vagabunda”. O Sicário pergunta o que é para fazer. O banqueiro então diz: “Puxa endereço tudo”.
A PF comunicou o caso ao gabinete do ministro , relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal). A corporação afirmou que entregará ao tribunal todos os registros em vídeo que mostram a dinâmica do incidente. Também foram presos preventivamente: Daniel Vorcaro, apontado como líder da organização criminosa; Fabiano Zettel, investigado por realizar pagamentos e orientar núcleo de intimidação; Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado investigado por participar de grupo de monitoramento de adversários de Vorcaro.
O apelido sicário vem do latim sicarius –sica é uma pequena adaga ou punhal. De acordo com a , o general romano Lúcio Cornéio Sula (138-78 a.C.) usou o termo ao promulgar uma lei para punir principalmente assassinos de aluguel –a Lex Cornelia de Sicariis et Veneficiis.
Atualmente, o termo é associado a um matador de aluguel.
A Polícia Federal está conduzindo uma investigação complexa, buscando entender as motivações e a dinâmica dos eventos que levaram à tentativa de suicídio de Mourão, além de apurar as possíveis ligações com a Operação Compliance Zero.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.