Polícia Civil investiga agressão política a Mauro Figueiredo Rocha em Copacabana; entenda o caso

A agressão a Mauro Figueiredo Rocha em Copacabana levanta questões sobre a intolerância política no Brasil. Quais serão os desdobramentos dessa investigação?

14/06/2026 06:01

2 min

Polícia Civil investiga agressão política a Mauro Figueiredo Rocha em Copacabana; entenda o caso
(Imagem de reprodução da internet).

Investigação sobre agressão política no Rio de Janeiro

A Polícia Civil do Rio de Janeiro está apurando a agressão motivada politicamente contra Mauro Figueiredo Rocha, um idoso de 69 anos, que foi atacado em Copacabana, na zona sul da cidade, na última quinta-feira (11). O caso foi inicialmente registrado na 14ª DP (Leblon) e, em seguida, transferido para a 12ª DP (Copacabana), que agora conduz as investigações.

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A vítima foi levada ao Instituto Médico-Legal (IML) para a realização de exame de corpo de delito. As autoridades estão realizando diligências para esclarecer os acontecimentos.

De acordo com uma publicação do PT (Partido dos Trabalhadores) nas redes sociais, Rocha foi agredido por estar usando um adesivo da deputada federal Benedita da Silva (PT). O partido afirmou que ele foi alvo de agressões, ameaças e ofensas devido às suas convicções políticas, incluindo ameaças de morte e insultos de natureza política e religiosa.

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Reações e solidariedade

A página do PT na Câmara se manifestou, afirmando que a agressão não atinge apenas a vítima, mas também a democracia. “Nenhuma divergência de ideias pode justificar atos de intolerância, perseguição ou agressão. O Brasil precisa fortalecer a cultura do diálogo, do respeito e da convivência democrática, jamais da violência e do ódio”, destacou a publicação, pedindo que os responsáveis sejam identificados e punidos.

A deputada Benedita da Silva também se pronunciou sobre o incidente, expressando solidariedade a Mauro. “Total solidariedade ao companheiro Mauro Figueiredo Rocha, do PT carioca, agredido em Copacabana por usar nossos adesivos, em meio a gritos de ‘Bolsonaro, Bolsonaro’.

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Isso é ódio político e covardia”, escreveu a deputada, ressaltando que o ataque é uma afronta à democracia.

Demandas por justiça

Outro deputado federal, Reimont (PT), também comentou a situação de Mauro após a agressão e pediu justiça. Ele descreveu o ataque como uma ação “covarde”, realizada por três indivíduos. “Mexeu com um de nós, mexeu com todos nós”, afirmou o parlamentar, enfatizando a necessidade de apoio e solidariedade entre os membros do partido.

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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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