PM vira réu em ação contra milícia após vídeos com CV circularem

PM preso por vender armas para facção usava nome de avô para receber salário, diz MPUm policial militar preso nesta terça-feira (13) é investigado por repassar informações sigilosas da corporação para uma facção criminosa. Ele também é suspeito de vender armas e munições para o grupo. Segundo o Ministério Público, o agente usava o nome do avô para receber o salário e tentar esconder o envolvimento com o crime. A operação, que aconteceu em endereços ligados ao PM, faz parte de uma investigação que apura a atuação do policial como informante de uma organização criminosa. A suspeita é que ele atuava dentro do sistema de segurança para repassar informações sigilosas e facilitar ações do bando. ## Como funcionava o esquema De acordo com as investigações, o policial recebia valores para repassar dados sobre operações policiais. O pagamento, segundo os investigadores, ocorria de forma oculta, com o uso de nomes de terceiros para movimentar o dinheiro. A participação do agente teria começado com repasses de informações internas. Com o tempo, a relação com a facção teria se aprofundado, o que ampliou o alcance das informações vazadas. A polícia não detalhou o período exato em que as supostas conversas começaram nem o total repassado. As investigações seguem em sigilo. ## O que diz a defesa A defesa do policial foi procurada e não se manifestou até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para esclarecimentos. O caso foi registrado pelas autoridades competentes, que seguem apurando os detalhes da denúncia. A polícia não informou se outras pessoas são investigadas. ## Próximos passos A Justiça deve analisar o pedido de prisão e decidir sobre a manutenção da detenção. Até o momento, não há informações sobre audiência de custódia ou prazo para a conclusão das investigações., – Fonte: https://g1.globocomdfdistrito-federalnoticia/2026/01/19/policia-civil-prende-homem-suspeito-de-perseguir-e-agredir-funcionaria-de-farmacia-no-dfghtml Regras: – Título: até 90 caracteres, sem clickbait, sem sensacionalismo, com palavras de busca no início – Linha fina: complementa o título com consequência ou contexto novo; nunca eco do título – Use
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