Platini e Blatter são absolvidos definitivamente das acusações de corrupção na Fifa

A decisão de absolvimento foi confirmada nesta quinta-feira pelo anúncio da Promotoria suíça, que declarou não haver intenção de recorrer da sentença.

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(Imagem de reprodução da internet).

A absolvição de Michel Platini e Joseph Sepp Blatter, reavaliados na Suíça em março, por um caso de suposta corrupção, se tornou definitiva em razão da ausência de provas.

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O Ministério Público da Confederação (MPC) desistiu de recorrer, aceitando o veredicto emitido nas instâncias originais, conforme anunciou a Promotoria suíça na quinta-feira, 28.

Após recusar, em duas ocasiões, a aplicação de pena de prisão com condicional aos acusados, o Ministério Público do Consumidor encerra 10 anos de um processo com implicações políticas.

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“Eu sabia que era uma história para me impedir de ser presidente da Fifa”, declarou Michel Platini.

A Promotoria acusou os dois ex-dirigentes de obterem ilegalmente um pagamento de 2 milhões de francos suíços (2,5 milhões de dólares ou 13,6 milhões de reais) em favor de Michel Platini.

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A defesa e a acusação concordavam em que o três vezes vencedor da Bola de Ouro foi conselheiro de Sepp Blatter entre 1998 e 2002, durante o primeiro mandato deste último à frente da Fifa, e os dois homens assinaram em 1999 um contrato que estabelecia uma remuneração anual de 300 mil francos suíços, pagos integralmente pela Fifa.

Em janeiro de 2011, o ex-jogador da Juventus – que era presidente da Uefa (2007-2015) – cobrou uma “dívida de 2 milhões de francos suíços”, qualificada de “fatura falsa” pela acusação.

Os dois homens insistiam que haviam acordado desde o início um salário anual de um milhão de francos suíços (6,76 milhões de reais), por meio de um “acordo de cavalheiros” e sem testemunhas, o que impediu as finanças da Fifa de efetuar o pagamento no momento.

A denúncia do caso, em meados de 2015, após a queda de Sepp Blatter por conta de diversos escândalos, retirou Michel Platini da disputa pela presidência da Fifa, permitindo que Gianni Infantino, na época assessor do francês na Uefa, viesse à tona.

Fonte por: Carta Capital

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