O uso do Pix para mensalidades escolares cresceu 21% em 2025, totalizando R$ 690 milhões. Descubra como essa tendência pode transformar o setor educacional!
O pagamento de mensalidades em escolas e instituições de ensino superior por meio do Pix cresceu 21% em 2025, totalizando R$ 690 milhões, conforme dados da Gennera, divulgados pelo CNN Money. Essa pesquisa abrange mais de mil instituições de ensino em todo o Brasil.
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Apesar desse crescimento, o boleto ainda lidera as transações no setor educacional, representando 56% das operações e movimentando R$ 1,8 bilhão. O cartão de crédito aparece em seguida, com 13%, e outros meios de pagamento somam 10%.
O levantamento indica que, no setor educacional, onde são movimentados mais de R$ 200 bilhões anualmente apenas no ensino regular, a participação do Pix deve aumentar gradualmente. Paulo Sponchiado, CEO da Gennera, destacou que “o Pix se tornou a forma preferida tanto para quem recebe quanto para quem paga”.
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Para 2026, apenas no período de matrículas, o volume transacionado via Pix já superou o total de 2025.
O crescimento no número de transações entre 2024 e 2025 foi de 110%. Criado em 2020 pelo Banco Central, o Pix alcança quase toda a população bancarizada e movimenta trilhões de reais anualmente.
O aumento nos pagamentos via Pix está alinhado com a estratégia do Banco Central de expandir o uso do sistema. Uma das inovações é o Pix Automático, que permite pagamentos recorrentes, como mensalidades escolares, com autorização prévia do cliente, funcionando de maneira similar ao débito automático.
Essa solução faz parte de um conjunto de inovações que visa aumentar a utilização do sistema em transações do dia a dia e reduzir a dependência de métodos tradicionais. Sponchiado acredita que, com o avanço das funcionalidades do Pix e seu baixo custo para quem recebe, o sistema continuará a ganhar espaço e deve aumentar sua participação no setor educacional nos próximos anos.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.