Piloto sobrevive à queda controlada de avião nas montanhas mineiras
Piloto sobrevive à queda controlada por paraquedas nas montanhas mineiras; resgate complexo é noticiado pela Discover 2026.
Um avião pequeno sofreu uma queda na manhã desta quarta – feira (25.ago.2026), no distrito de Serra Azul, em Mateus Leme, região metropolitana de Belo Horizonte.
O piloto foi resgatado com vida após acionar o sistema paraquedas da aeronave e aterrissar sem vítimas fatais depois que o monomotor pegou fogo antes do impacto numa área de mata localizada por Minas Gerais.
Resgaste bem sucedido apesar das chamas
Gustavo Couto de Salles Victor Filho, único ocupante dos 29 anos dentro do Cirrus Design SR 22 (prefixo PR – VMI), conseguiu ativar os sistemas emergenciais. Ele realizou uma queda controlada em segurança na vegetação densa no distrito de Serra Azul.
Após ser retirado pela equipe médica especializada logo após acionar paraquedas e pousar com a aeronave danificada pelo incêndio inicial, o piloto foi levado inicialmente à UPA Mateus Leme antes da transferência completa ao Hospital João XXIII, localizado em Belo Horizonte.
Segundo relatos das autoridades que atuaram diretamente no local, Gustavo Couto estava consciente e apresentava apenas lesões leves decorrentes do incidente envolvendo as chamas iniciais. Militares estiveram presentes acompanhando os trabalhos até sua estabilização clínica.
Detalhes técnicos sobre voo de PR – VMI
A máquina monomotor teve a saída programada pelo Aeroporto da Pampulha, na capital mineira, seguindo rumo à cidade vizinha Bom Despacho (MG). O pousou por volta dos 7h 45 desta quarta – feira.
O avião em questão é um Cirrus Design SR 22 e possui uso particular registrado sob o prefixo PR – VMI. Ele foi fabricado no ano de 2013 e conta com capacidade para cinco assentos.
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Apesar da emergência, informações confirmam que a aeronave estava operando dentro das regras do RBAC 91 (Regulamento Brasileiro da Aviação Civil.
Equipamentação avançada
O modelo conta com um sistema específico paraquedas em toda sua estrutura aérea chamado CAPS (Cirrus Airframe Parachute System). Esse equipamento garante maior segurança operacional.
Além disso, a aeronave possui peso máximo autorizado decolagem que chega aos 1.633 kg. Seu Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) estava válido até o dia 26 de setembro do ano corrente.
Voo sem comunicação emergencial
Durante todo o trajeto monitorado pela Torre de Controle do Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte, não houve registro ou relato por parte dos pilotos sobre qualquer tipo de ocorrência.
Não foi detectada nenhuma chamada comunicando pane mecânica na aeronave nem sinalizando uma situação de urgência durante a fase inicial e intermediária voo.