O PIB do Brasil brilha no quarto trimestre de 2025, registrando crescimento de 0,1%! Descubra como isso impacta o ranking global e as previsões para 2026!
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registrou o 39º melhor desempenho no quarto trimestre de 2025 em comparação ao terceiro trimestre do mesmo ano, segundo a agência de classificação de risco Austin Rating. O economista Rodolpho Sartori, da Austin, esclarece que os cálculos de crescimento entre países são baseados na taxa de câmbio média do período, o que pode resultar em surpresas.
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Sartori destaca que, embora o real tenha se valorizado de forma pontual ao longo de 2025, a média anual mostrou uma desvalorização. Em contrapartida, a moeda russa teve uma valorização significativa, o que impulsionou a Rússia no ranking. “A mudança de posições reflete mais as oscilações da moeda russa do que um crescimento modesto do Brasil”, afirma Sartori, ressaltando que o crescimento anual de 2,3% é um resultado positivo.
O economista também menciona que a desaceleração do PIB já era prevista e que, no início do ano, esperava-se uma perda de impulso ainda mais acentuada, o que não se concretizou. O Brasil, que já vinha de três anos de crescimento robusto, viu sua queda no ranking ser atribuída à dinâmica da moeda russa.
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“A desaceleração significativa nos setores de indústria e serviços é um ponto a ser observado, mas não deverá se repetir em 2026. Esperamos um crescimento de 1,7% para este ano, com uma recuperação mais equilibrada entre os setores”, acrescenta Sartori.
De acordo com a Austin, o PIB do Brasil alcançou US$ 2,268 trilhões em 2025. No ranking global, os Estados Unidos representaram 26,1% do PIB mundial, seguidos pela China com 16,6%, e outros países como Alemanha, Japão e Índia. A Rússia, ao ultrapassar o Canadá e o Brasil, também se destacou no ranking.
No quarto trimestre de 2025, o PIB brasileiro cresceu 0,1% em relação ao trimestre anterior, superando economias como a do Canadá (-0,2%), Coreia (-0,3%) e Irlanda (-0,6%). Contudo, o crescimento do Brasil foi inferior ao dos Estados Unidos (1,4%), China (1,2%) e Arábia Saudita (1,1%).
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.