PIB Argentino Acelera em 2025: Crescimento Surpreende e Inflação Aumenta
PIB Argentino Acelera em 2025: Crescimento de 3,3% no 3º Trimestre! Dados do INEC mostram retomada da economia com avanço de 0,3% no trimestre. Investimento e exportações impulsionam resultados
Crescimento do PIB Argentino Acelera em 2025
O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina apresentou um crescimento interanual de 3,3% no terceiro trimestre de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos. O avanço, que representa um aumento de 0,3% em relação ao trimestre anterior, demonstra uma retomada da atividade econômica no país.
Os resultados positivos foram observados tanto na demanda quanto nos setores de atividade da economia argentina. O crescimento foi impulsionado por um aumento no investimento em capital fixo (10,3%), um forte aumento nas exportações de bens e serviços reais (10,2%), e um aumento no consumo privado (5,3%).
O consumo público também contribuiu com um crescimento de 1,7%.
Setores de Atividade em Destaque
Diversos setores de atividade apresentaram um desempenho notável. A intermediação financeira registrou um crescimento expressivo de 28,4%, enquanto a exploração de minas e pedreiras avançou 10,3%. O setor de hotéis e restaurantes também teve um bom desempenho, com um crescimento de 7,1%.
Análise da Oferta e Desempenho Setorial
A oferta global da economia argentina cresceu 7,4% na comparação interanual, impulsionada pelo crescimento do PIB e pelo aumento das importações de bens e serviços reais, que subiram 23,7%. No entanto, alguns setores apresentaram dificuldades. O setor de pesca registrou uma queda significativa de 20,2%, seguido pela indústria manufatureira, com uma redução de 2,4%.
O setor de eletricidade, gás e água também teve uma queda de 0,8%.
Inflação Implícita e Taxas de Juros
O Índice de Preços Implícitos do PIB, que mede a deflação da economia, variou 36,3% no terceiro trimestre de 2025, em relação ao mesmo período de 2024. A taxa de inflação implícita aumentou em 0,1 ponto percentual em comparação com a taxa interanual de outubro, atingindo 31,4% no acumulado de 12 meses.