PGR barra afastamento do diretor-geral da PF em 2026

PGR vê falta de elementos para manter Andrei Rodrigues fora da PF e envia parecer ao STF; decisão final cabe ao ministro André Mendonça.

O diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra a manutenção do afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. O parecer foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (9). Para a PGR, não há elementos concretos que justifiquem a continuidade da medida cautelar que tirou o delegado da chefia da PF.

O posicionamento foi encaminhado ao ministro André Mendonça, responsável pelo caso no STF. ## O que diz a PGR No documento, a Procuradoria-Geral da República argumenta que os requisitos que levaram ao afastamento de Andrei Rodrigues não estão mais presentes.

A avaliação é que a medida perdeu o sentido diante dos fatos apurados até agora. A PGR também apontou que a manutenção da suspensão não encontra mais justificativa para garantir a ordem pública ou a conveniência da investigação. O parecer, porém, não entra em detalhes sobre eventuais novas provas ou desdobramentos do caso. ## Próximos passos A decisão final, no entanto, não cabe ao Ministério Público.

Quem vai bater o martelo é o ministro do STF responsável pelo caso, que agora precisa analisar o parecer e decidir se mantém ou derruba a suspensão do delegado. O pedido de afastamento foi feito no âmbito de uma investigação que corre sob sigilo.

Por isso, os autos não estão abertos ao público, e detalhes sobre o inquérito não foram divulgados. Enquanto isso, a defesa de Alexandre Ramagem acompanha o desenrolar do processo. O parecer do MPF é mais um passo no rito processual, mas não há prazo para a decisão final do ministro relator.

FONTE: Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a retirada do sigilo da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada na quinta-feira (12) e atende a um pedido da defesa de Cid. O conteúdo do acordo de delação passará a ser público, incluindo os anexos e os vídeos das colaborações.

A medida vale para o processo que apura a participação de militares na suposta trama golpista, que tramita no Supremo. A defesa de Mauro Cid pediu a liberação da delação, e a Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, acatou o pedido e determinou a retirada do sigilo.

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A informação foi confirmada pela própria defesa do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. A divulgação ocorre em meio à tramitação do inquérito que apura a tentativa de golpe de Estado em 2022. O material deve ser liberado após a conclusão dos trâmites processuais.

O acesso será feito pelo sistema do próprio tribunal. O pedido para liberar o sigilo partiu da defesa de Mauro Cid. A equipe dele argumentou que a divulgação é necessária para garantir a ampla defesa do ex-ajudante de ordens. A defesa de Mauro Cid também pediu ao STF que o militar volte a ter acesso aos autos do processo.

O pedido foi feito na quarta-feira (7). Agora, com a decisão favorável, a expectativa é que os documentos sejam disponibilizados nos próximos dias. A medida atinge o processo que apura a participação de Cid na suposta trama golpista. A defesa de Mauro Cid afirma que a divulgação dos autos é fundamental para que ele possa exercer sua defesa de forma ampla.

O militar é réu no processo que investiga a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Os advogados também pediram acesso a todos os elementos já coletados pela investigação, incluindo mensagens, áudios e documentos apreendidos. A solicitação foi feita ao Supremo Tribunal Federal (STF), que conduz o caso.

A defesa de Cid também pediu que a Corte reconsidere a decisão que manteve a prisão preventiva do militar. O STF ainda não se manifestou sobre os novos pedidos. Agora, produza a matéria. Responda apenas com o HTML final (sem, sem explicações antes ou depois).