PF abre operação contra fraude em benefícios do INSS com prejuízo de R$ 1,2 milhão
A operação da PF mira esquema que contava com a ajuda de um servidor público para liberar benefícios irregulares.
A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou a prisão de Roberto Jefferson, ex-deputado federal e presidente do PTB. A decisão foi tomada na quarta-feira (7) e o ex-parlamentar já está detido. A ordem foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Jefferson é investigado por ataques a ministros da Corte e por atos antidemocráticos. ## O que motivou a prisão A determinação ocorre no âmbito do inquérito que apura a organização de atos contra a democracia. Segundo o STF, a prisão foi decretada após o descumprimento de medidas cautelares impostas ao ex-deputado.
Jefferson já respondia em liberdade, mas tinha restrições, como o uso de tornozeleira eletrônica. A Justiça entendeu que houve violação das condições estabelecidas anteriormente. ## Repercussão A defesa de Roberto Jefferson ainda não se manifestou publicamente sobre a prisão.
O ex-deputado é investigado por ataques a ministros do STF e por incitação à violência contra instituições democráticas. Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Federal não havia divulgado para onde Jefferson foi levado. O caso segue sob sigilo judicial.
Fonte: https://g1.globocompoliticanoticia/2026/02/14/roberto-jefferson-e-preso-em-operacao-da-policia-federalghtml Use a data do fonte (14/02/2026) no corpo da matéria — na forma “na sexta-feira (14)” — e não use “hoje” nem “ontem”. Título: máximo 70 caracteres (contando espaços), sem “e” antes do último item, sem ponto final.
Linha fina: máximo 140 caracteres, complementa o título com consequência ou contexto novo, nunca eco do título. Agora escreva a matéria completa (HTML), com base no fonte abaixo: FONTE: Polícia Federal prende suspeitos de fraudar benefícios do INSS no Rio Grande do Sul A Polícia Federal deflagrou, na quarta-feira (7), a Operação Benefício Fantasma, que investiga um esquema de fraudes contra o INSS no Rio Grande do Sul.
Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de Porto Alegre, Canoas e Novo Hamburgo. De acordo com a PF, o esquema usava procurações falsas e documentos adulterados para liberar benefícios previdenciários e pensões por morte. O prejuízo estimado é de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos.
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A investigação apontou que os fraudadores atuavam com a ajuda de um servidor público. Ele teria acesso ao sistema interno do INSS e validava os pedidos fraudulentos em troca de propina. A operação foi batizada de Cartão Vermelho e contou com o apoio da Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e da Força-Tarefa Previdenciária e Trabalhista da Polícia Federal em São Paulo.
Mandados e apreensões A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão em São Paulo e em Santos, no litoral paulista. A ação aconteceu na terça-feira (3). Os alvos são investigados por estelionato qualificado e associação criminosa.
O material apreendido será analisado para identificar outros envolvidos e dimensionar o prejuízo causado ao INSS. O esquema, segundo a PF, envolvia a criação de vínculos empregatícios falsos. Eles eram usados para conseguir benefícios previdenciários de forma irregular.
A Polícia Federal não informou quantas pessoas foram presas ou indiciadas até a conclusão desta matéria. Fatos fornecidos pelo fonte.