Uma nova nota técnica da Febrafite (Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais) projeta um aumento significativo na arrecadação de royalties e impostos sobre o petróleo para o governo brasileiro em 2026. A estimativa, divulgada nesta quarta-feira, 1º de abril de 2026, aponta para um potencial de R$ 103 bilhões adicionais aos cofres públicos, impulsionado pela alta no preço do barril de petróleo Brent, atualmente cotado em US$ 95.
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O levantamento considera um cenário em que a arrecadação total com petróleo subiria de R$ 160 bilhões para R$ 263 bilhões. Esse ganho de 64% é resultado direto do aumento nos lucros das petroleiras e refinarias, além da aplicação de royalties e impostos sobre esses lucros.
A União receberia R$ 66 bilhões desse montante, enquanto os estados e municípios teriam R$ 37 bilhões a receber.
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Os estados e municípios considerados “confrontantes” – aqueles diretamente afetados pela produção de óleo – receberiam R$ 25,5 bilhões. Dentre eles, o Rio de Janeiro se destacaria com a maior fatia, estimada em R$ 13,46 bilhões, representando 52,78% do total destinado a esses entes federativos.
Essa projeção reflete o impacto da valorização do barril de petróleo, que, segundo a Febrafite, supera a simples valorização do preço da commodity.
A análise da Febrafite ressalta que o impacto na arrecadação se assemelha ao observado em 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, evento que também gerou um aumento expressivo nos preços do petróleo e, consequentemente, na arrecadação de royalties e impostos para o governo brasileiro.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.
