Medidas do Governo para Alta do Petróleo Não Alteram Política da Petrobras, Afirma Ministro
Em uma entrevista realizada nesta quinta-feira, 12 de março de 2026, o ministro da Fazenda, Paulo Haddad, esclareceu que as ações do governo federal para combater o aumento dos preços do petróleo não modificam a política de preços da Petrobras.
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O anúncio faz parte de um pacote de medidas destinado a mitigar os efeitos da alta internacional do petróleo sobre a economia brasileira, implementado no Palácio do Planalto.
O governo federal adotou uma série de ações, incluindo a eliminação de impostos federais sobre o diesel. Essa medida resultou em uma redução de R$ 0,32 por litro na refinaria e, somada a uma subvenção de R$ 0,32, totaliza um desconto de R$ 0,64 por litro no combustível.
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O objetivo principal é aliviar o impacto da escalada de preços no mercado global, motivada por conflitos internacionais.
Detalhes das Ações Implementadas
A eliminação da alíquota de PIS e Cofins sobre o diesel representa um componente crucial do pacote. O governo também anunciou uma subvenção direta de R$ 0,32 por litro, complementando o desconto já existente. A combinação dessas medidas resulta em um subsídio total de R$ 0,64 por litro, conforme explicado pelo ministro.
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Prioridade para o Diesel
Segundo Paulo Haddad, o diesel recebeu prioridade devido ao seu impacto direto na economia brasileira. O ministro enfatizou a importância do combustível para o transporte de cargas, que depende de caminhões a diesel, e para a produção agrícola, especialmente durante a safra.
Ele ressaltou que a política comercial da Petrobras mantém previsibilidade e sustentabilidade financeira, garantindo o respeito aos acionistas minoritários.
Haddad reiterou que as medidas adotadas são temporárias e independentes da política de preços da Petrobras, assegurando que a estatal manterá sua previsibilidade e sustentabilidade financeira, respeitando os acionistas minoritários.
