Petrobras Assalta o Topo da América Latina, Itaú em Segundo Lugar!

Petrobras dispara e lidera ranking da América Latina! Itaú segue em segundo. Veja o novo topo do mercado em 2026.

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(Imagem de reprodução da internet).

A Petrobras retomou a posição de maior empresa da América Latina, impulsionando o Itaú para o segundo lugar no ranking regional. Os resultados, divulgados na segunda-feira, 24 de fevereiro de 2026, pela Elos Ayta, revelam que a estatal brasileira alcançou um valor de mercado de US$ 100,9 bilhões, um aumento de US$ 26,3 bilhões desde o final de 2025.

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Esse movimento marca um retorno ao topo do ranking após ter sido ultrapassada pelo Mercado Livre em agosto de 2024.

Desempenho das Empresas e Mudanças no Mercado

O Itaú avançou US$ 22,1 bilhões, atingindo US$ 97,8 bilhões. O Mercado Livre, por outro lado, perdeu US$ 7,6 bilhões, caindo para US$ 94,5 bilhões e deixando a liderança para a terceira posição. Essa mudança sugere uma nova avaliação do peso relativo entre setores como tecnologia, energia e o sistema financeiro na região.

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A Petrobras registrou a maior expansão absoluta entre as empresas analisadas.

Concentração Brasileira no Topo

O ranking revela uma concentração de empresas brasileiras no topo. Cinco das dez maiores empresas são do Brasil: além da Petrobras e do Itaú, destacam-se Vale, com um aumento de US$ 16,4 bilhões, BTG Pactual, com US$ 15,5 bilhões, e Grupo México, com US$ 19,1 bilhões.

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A Nu Holdings, sediada nas Ilhas Cayman, mas com forte atuação no Brasil, também figura no grupo, embora tenha apresentado uma queda de US$ 2,65 bilhões.

Outros Representantes Regionais

O México conta com três representantes no ranking: Grupo México, América Móvil e Walmart de México. A Argentina possui apenas o Mercado Livre entre as dez maiores empresas da América Latina. Observa-se que apenas o Mercado Livre e a Nu Holdings registraram queda de valor em 2026, enquanto as demais apresentaram avanços significativos.

Fatores que Influenciam o Ranking

A valorização das empresas brasileiras foi, em parte, influenciada pela desvalorização do dólar em 2026, que elevou automaticamente os valores quando convertidos para a moeda norte-americana, ampliando a percepção de ganho das companhias listadas na B3.

Essa troca no topo do ranking demonstra que ciclos de commodities, o sistema financeiro e as flutuações cambiais podem rapidamente alterar o cenário de poder corporativo na América Latina.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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