Pesquisa revela que 55,9% dos brasileiros apoiam classificação do PCC e CV como terroristas

Pesquisa revela opinião dos brasileiros sobre classificação de facções como terroristas
Uma pesquisa realizada pela Atlas/Intel e divulgada nesta quarta-feira (3) mostra que 55,9% dos brasileiros acreditam que o governo deveria classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas. Em contrapartida, 40,8% dos entrevistados se opõem a essa classificação, enquanto 3,2% não souberam responder.
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Além disso, 29,6% dos participantes da pesquisa consideram que a medida adotada pelos Estados Unidos “não terá impacto relevante” na segurança do Brasil. Por outro lado, 26,8% acreditam que essa ação “vai melhorar significativamente” a segurança no país.
Outros 17,2% defendem que a decisão dos EUA terá um impacto negativo, enquanto 17,1% acham que a medida vai “melhorar um pouco” a segurança. Apenas 6,2% afirmam que a ação vai “piorar um pouco” a segurança pública. Entre os entrevistados, 3,1% não souberam responder.
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Metodologia da pesquisa
O levantamento ouviu 1.273 pessoas entre os dias 30 de maio e 3 de junho, utilizando recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
Contexto da classificação
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou no dia 28 de maio a classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas. O comunicado, assinado pelo secretário Marco Rubio, informa que os EUA pretendem designar esses grupos criminosos como Organizações Terroristas Estrangeiras a partir do dia 5 de junho.
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Segundo o governo Trump, serão utilizadas todas as ferramentas disponíveis para impedir a entrada de drogas ilícitas no território norte-americano e interromper o financiamento de “narcoterroristas violentos”.
Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



