Descubra a intrigante relação entre o aumento de pedidos de pizza perto do Pentágono e crises militares, incluindo a tensão entre EUA e Venezuela!
Você provavelmente já ouviu a expressão “tudo acaba em pizza”. Nos Estados Unidos, no entanto, a ideia é que tudo começa com pizza. O “Pentagon Pizza Index” é uma teoria que sugere uma conexão entre o aumento de pedidos de pizza nas proximidades do Pentágono e grandes crises militares.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A lógica por trás dessa teoria é simples: as equipes militares e de Inteligência estão tão ocupadas com suas operações que não conseguem se afastar para comer, levando-as a pedir comida nos prédios governamentais. Um exemplo ocorreu na madrugada de 3 de janeiro, quando um perfil no X, que monitora sinais públicos, relatou um aumento significativo no movimento da Pizzato Pizza, uma pizzaria próxima ao Pentágono, por volta das 2h da manhã (horário do leste dos EUA).
Por volta das 3h da manhã, o movimento na pizzaria continuava elevado, mantendo-se em pico por cerca de uma hora e meia. O perfil também observou uma queda na movimentação de bares e um aumento nos pedidos da Papa Johns Pizza. Embora não haja reconhecimento oficial por especialistas, essa coincidência já foi notada em outros momentos históricos, como na Crise do Golfo e na invasão de Granada.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Mais recentemente, o @PenPizzaReport registrou um aumento nos pedidos em junho de 2025, pouco antes do ataque de Israel ao Irã. Essa relação entre pedidos de pizza e eventos militares gera curiosidade e especulação.
Na Venezuela, a situação política se intensificou com a remoção de Nicolás Maduro, que estava no poder há décadas. O presidente dos EUA anunciou que o país sul-americano será governado pelos EUA temporariamente, com a possibilidade de envio de tropas, se necessário.
A saída de Maduro pode criar um vácuo de poder na Venezuela. A tensão entre os EUA e o governo venezuelano aumentou em agosto, quando a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro foi elevada para US$ 50 milhões. Os EUA também enviaram tropas e aeronaves para a região, alegando combate ao narcotráfico.
Além das operações contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas, os EUA pressionam o regime de Maduro, acusado de vínculos com o narcotráfico. Em novembro, Trump conversou com Maduro, que recebeu um ultimato para deixar o poder, mas não cumpriu.
As tensões aumentaram ainda mais quando os EUA apreenderam um petroleiro próximo à Venezuela, ação considerada pelo governo venezuelano como “roubo descarado”. Trump anunciou um “bloqueio total” contra os petroleiros sancionados, afirmando que não permitirá que ninguém passe sem as devidas autorizações.
*Com informações da Reuters
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.