Apesar de ter entrado no Big Brother Brasil 26 com a imagem de um vendedor ambulante que começou do zero, Pedro Henrique Espíndola parece ter uma situação financeira bem mais sólida do que a narrativa inicial de “Pipoca sofrido” sugeria. Recentemente, um vídeo divulgado em março de 2025, capturado por um influenciador, trouxe à tona detalhes surpreendentes sobre sua vida antes de participar do programa da Globo.
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Na entrevista, Pedro descreveu uma trajetória de sucesso no empreendedorismo informal nas ruas de Curitiba. Contrariando a ideia de dificuldades, ele detalhou que a venda de flores e trufas em pontos estratégicos da capital paranaense era um negócio com grande potencial de lucro.
Pedro enfatizou que sua abordagem não se limitava apenas ao produto, mas também à experiência do cliente, afirmando: “Aqui a gente não vende só rosas, a gente dá um pouquinho de amor e solidariedade também. Além de presentear, também vai ajudar o próximo”, demonstrando uma visão estratégica de vendas que ele tenta aplicar no ambiente do reality show.
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Faturamento Impressionante
O faturamento declarado por Pedro é notável e questiona a imagem de escassez. Segundo ele, em períodos de grande movimento, sua renda atingia a marca de R$ 20 mil. Essa conquista financeira representa um patamar de riqueza que muitos brasileiros com empregos formais demoram décadas para alcançar.
Conquistas Materiais
Na gravação, Pedro exibe com orgulho o que construiu: “Tenho uma casa aqui em Curitiba, tenho dois carros, um Ford Ka e um Polo, e estou com um terreno na praia também”. Apenas os veículos já representam um patrimônio considerável, podendo chegar a R$ 100 mil, dependendo do ano e modelo.
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Transição de Carreira
A trajetória de Pedro Henrique é marcada por uma mudança significativa em sua carreira. Antes de se estabelecer como autônomo, ele passou por diversas funções, incluindo coletor de lixo, garçom e desossador em um frigorífico. Essas experiências foram o incentivo para que ele abandonasse o regime CLT, buscando a liberdade financeira que a informalidade proporcionava: “Depois que eu conheci a rua e comecei a trabalhar de ambulante, nunca mais quis trabalhar para os outros.
CLT nunca mais”, declarou.
Natural de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, o jovem de 22 anos entrou no programa após participar da dinâmica da Casa de Vidro regional. No entanto, sua postura dentro do reality show tem gerado controvérsia, com críticas sobre traições e fofocas.
