Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA apresentam leve queda, mas preocupações com o mercado de trabalho persistem. O que isso significa para o futuro?
Na última semana, o número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego nos Estados Unidos teve uma leve diminuição, mantendo-se em um patamar relativamente baixo de demissões. No entanto, a fraqueza nas contratações continua a gerar preocupações nas famílias sobre o mercado de trabalho.
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De acordo com o Departamento do Trabalho, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 1.000 na semana encerrada em 24 de janeiro, totalizando 209 mil, após ajustes sazonais. A semana anterior teve seu número revisado para cima, passando para 210 mil.
Economistas consultados pela Reuters esperavam 205.000 pedidos para o período mais recente.
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Os dados de pedidos de auxílio-desemprego tendem a ser voláteis em torno de feriados públicos, e a situação já estava instável devido às dificuldades de ajuste para flutuações sazonais no final do ano. Espera-se que a volatilidade aumente nas próximas semanas, especialmente após um fim de semana marcado por neve e temperaturas congelantes.
Historicamente, os pedidos de auxílio-desemprego permanecem baixos, com as empresas hesitando em demitir funcionários enquanto avaliam um cenário econômico em constante mudança, especialmente em relação às tarifas sobre importações. O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, comentou na quarta-feira (28) que as condições podem estar se estabilizando após um período de enfraquecimento gradual.
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Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.