Paulo Skaf dispara contra fim da escala de 6 horas! Presidente da FIESP alerta para riscos na reforma da jornada de trabalho e impacta economia
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, manifestou sua oposição à aprovação imediata do fim da escala de 6 horas. Em entrevista à revista Veja, publicada na sexta-feira (20 de março de 2026), Skaf argumentou que a discussão sobre a redução da jornada de trabalho não deveria ser conduzida sob a pressão do calendário eleitoral, alertando para os riscos de abrir caminho para a informalidade no mercado de trabalho.
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Ele enfatizou a necessidade de um debate mais aprofundado e com maior tranquilidade.
Skaf ressaltou que a questão da jornada de trabalho exige consideração das particularidades de cada setor da economia, como os setores de saúde, agricultura e comércio. Ele expressou preocupação de que uma mudança constitucional na jornada de trabalho possa comprometer a produtividade e aumentar os custos para as empresas.
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O empresário também questionou a viabilidade de manter salários inalterados com uma redução nas horas trabalhadas, utilizando uma analogia para ilustrar seu ponto de vista.
O empresário alertou que a implementação de regras trabalhistas mais rígidas pode levar trabalhadores e empresas a buscar alternativas na informalidade, um cenário já preocupante no Brasil, onde 44 milhões de pessoas estão inseridas em trabalhos informais ou temporários.
Skaf argumentou que a redução das horas trabalhadas nem sempre resulta em benefícios para os trabalhadores, que acabam operando fora da lei. Ele enfatizou a importância de se considerar as consequências de longo prazo dessa medida.
Além da questão trabalhista, Skaf criticou a política de juros elevados no país, que, segundo ele, dificulta investimentos e pressiona as empresas. O empresário defendeu uma agenda econômica voltada para a inovação e a produtividade, buscando um cenário que favoreça o crescimento e o desenvolvimento do Brasil.
Em relação ao cenário político, Skaf manifestou sua preferência por uma agenda liberal nas próximas eleições, expressando o desejo de ter um novo governo no ano seguinte.
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Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.