Paulo Castelli, ícone das novelas, surpreende ao trocar a fama pela Psicologia. Descubra como ele transforma vidas na terceira idade em Barueri!
Paulo Castelli, famoso por seu carisma e presença marcante nas novelas das décadas de 1970 e 1980, tomou um rumo surpreendente ao deixar a televisão no auge de sua carreira. Nascido em Porto Alegre, ele foi influenciado pela mãe, a atriz Maria Luiza Castelli (1933-2024), o que o levou a iniciar sua trajetória na dramaturgia ainda na infância.
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Seu primeiro papel foi em “O Pequeno Lord” (1967), o que abriu portas para uma carreira sólida na TV brasileira.
Ao longo dos anos, Castelli participou de diversas produções em emissoras como Tupi, Bandeirantes, Cultura, SBT e Manchete. Na Globo, destacou-se em novelas de grande sucesso, como “Ti-Ti-Ti” (1985), “Roda de Fogo” (1986) e “Bambolê” (1987), consolidando sua imagem como galã.
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Além de seu trabalho na televisão, ele também atuou no cinema, em filmes como “Além da Paixão” (1985) e “Jorge, um Brasileiro” (1989), além de participar da série “Kananga do Japão” (1989).
No início dos anos 1990, Castelli decidiu fazer uma mudança radical em sua vida: deixou a atuação para se dedicar a uma nova carreira. Formou-se em Psicologia e começou a se especializar no estudo do envelhecimento humano, direcionando sua trajetória para o cuidado com idosos. “Não houve tomada de decisão e passagem.
Não tenho nenhuma queixa da profissão de ator. Foi uma época muito especial. A carreira como psicólogo foi se constituindo na minha vida”, declarou Paulo Castelli à revista Quem.
Atualmente, aos 69 anos, ele administra uma residência especializada no atendimento à terceira idade em Barueri, na Grande São Paulo. No local, Castelli coordena as atividades e acompanha psicologicamente os moradores, promovendo bem-estar e apoio emocional.
Sua rotina inclui mediação de conflitos, incentivo à socialização e ações que melhorem a qualidade de vida dos idosos.
Segundo Castelli, essa nova fase de sua vida trouxe um propósito mais profundo do que a fama na televisão. Ele destaca que acompanhar a evolução emocional de pessoas que chegam fragilizadas é uma das experiências mais gratificantes que já viveu.
Mesmo após deixar a carreira artística, recebeu propostas para retornar às telas, mas decidiu permanecer firme em seu novo caminho. “Depois, surgiam propostas tentadoras, mas rejeitei algumas e, com o tempo, isso foi desaparecendo. Hoje, não tenho mais propostas, mas é alívio, porque era um sofrimento decidir se eu largaria ou não a profissão”, afirmou Paulo Castelli à Quem.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.