Paraná revoluciona salários! Novo piso salarial atinge R$ 2.407,90 e supera em 48,57% o salário mínimo nacional. Descubra como essa medida impacta trabalhadores e a economia do estado
O Paraná deu um passo importante na valorização do trabalho, anunciando um novo reajuste no salário mínimo regional. A medida, aprovada pelo Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER), estabelece um novo piso salarial que varia entre R$ 2.105,34 e R$ 2.407,90, dependendo da área de atuação profissional.
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Essa decisão representa um esforço para garantir uma remuneração mais justa para os trabalhadores do estado.
O valor mais alto aprovado, R$ 2.407,90, representa um acréscimo significativo em relação ao salário mínimo nacional, atualmente fixado em R$ 1.621. Essa diferença, equivalente a aproximadamente 48,57%, impacta diretamente em um número considerável de trabalhadores paranaenses. O CETER buscou equilibrar o crescimento econômico com a proteção social, considerando o custo de vida no estado.
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Além do aumento em relação ao salário mínimo nacional, os técnicos de nível médio também receberão um aumento direto de R$ 132 em seus salários mensais. Essa medida visa reforçar o ganho real para essa categoria profissional, reconhecendo a importância de suas habilidades e conhecimentos.
O CETER definiu os novos valores com base em critérios técnicos, buscando um equilíbrio entre a economia, a geração de empregos e a proteção social. A implementação do novo piso salarial envolve etapas formais, incluindo negociações entre governo, trabalhadores e empregadores.
O secretário de Estado do Trabalho, Do Carmo, enfatizou a importância do diálogo para alcançar resultados concretos, ressaltando que o piso salarial é fruto de uma construção coletiva.
A Lei Complementar nº 103/2000 autoriza estados a estabelecerem valores próprios, desde que superiores ao salário mínimo nacional. Além do Paraná, quatro estados já adotam o modelo regional. O objetivo é garantir uma remuneração mais adequada às condições de trabalho em cada região.
O salário mínimo nacional, que varia de acordo com dois fatores, não tem um aumento ilimitado. Com a implementação do novo arcabouço fiscal, o reajuste adicional está restrito a uma faixa que varia entre 0,6% e 2,5% ao ano. O valor necessário para cobrir as despesas básicas do mês, segundo cálculos do DIEESE, deveria alcançar R$ 7.067,18 em novembro de 2025.
Autor(a):
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.