Paraná conquista o maior salário mínimo regional de 2026, superando o nacional em até 49%!

Paraná faz história em 2026 ao aprovar o maior salário mínimo regional do Brasil, superando o nacional em até 49%! Descubra como isso impacta milhares de trabalhadores!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Paraná aprova o maior salário mínimo regional de 2026

Em 2026, o Governo do Paraná implementou o maior salário mínimo regional do Brasil, superando o piso nacional em até 49%. Essa medida impacta diretamente o 13º salário de milhares de trabalhadores paranaenses, chamando a atenção do presidente Lula e influenciando o cenário político federal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER) oficializou essa decisão por meio da publicação da Resolução 632/2026. Os novos valores salariais variam entre R$ 2.105,34 e R$ 2.407,90.

Diferença em relação ao salário mínimo nacional

O piso estadual paranaense se destaca como o mais alto do Brasil no oitavo ano do governo de Ratinho Jr., que também é um pré-candidato ao Palácio do Planalto. O valor máximo da tabela é de R$ 2.407,90, representando uma diferença de 49% em relação aos R$ 1.621 estabelecidos pelo governo federal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A faixa mais baixa garante R$ 2.105,34 aos trabalhadores, o que significa que esse valor supera o salário mínimo nacional em 30%. Essa diferença proporciona uma vantagem financeira significativa para os beneficiários locais em comparação com outras regiões do país.

Categorias beneficiadas e organização dos grupos

A legislação estadual foca na valorização dos trabalhadores que não têm um piso salarial definido por lei federal. A norma abrange todas as categorias que não estão protegidas por convenções coletivas. O estado organiza os trabalhadores em quatro faixas distintas, utilizando a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) como referência.

LEIA TAMBÉM!

De acordo com a Lei Estadual 21.350/2023, o governo estrutura as classes e assegura a progressão contínua dos reajustes anuais. O primeiro grupo inclui trabalhadores agropecuários e florestais, com remuneração de R$ 2.105,34. O segundo grupo, que abrange funções administrativas, comércio e empregados domésticos, recebe R$ 2.181,63 mensais.

O terceiro grupo, voltado para o setor de produção industrial e manutenção, garante R$ 2.250,04. Por fim, o quarto grupo, que beneficia técnicos de nível médio, tem o teto regional fixado em R$ 2.407,90.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

Sair da versão mobile