
O Paquistão continuará atuando como mediador nas conversações entre o Irã e os Estados Unidos, mesmo após o término das longas discussões na capital Islamabad, que não resultaram em um acordo. A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Ishaq Dar, neste domingo (12).
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Ele afirmou que o país desempenhará seu papel para facilitar o diálogo entre a República Islâmica do Irã e os EUA nos próximos dias.
Dar destacou que ele e o chefe do Exército, Asim Munir, ajudaram a mediar diversas rodadas de “negociações intensas e construtivas” entre as partes, que se encerraram na manhã de domingo, no horário local. O ministro também expressou gratidão aos EUA e ao Irã por atenderem ao pedido do Paquistão por um “cessar-fogo imediato na região” e por aceitarem o convite do primeiro-ministro Shehbaz Sharif para negociações de paz em Islamabad.
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Vance também mencionou que o presidente havia instruído a equipe a agir de boa-fé para alcançar um acordo. No entanto, ele lamentou que não foi possível avançar nas negociações. O vice-presidente indicou que a principal divergência estava relacionada à recusa do Irã em abandonar seu programa nuclear, afirmando que partiram com uma proposta simples, que consideram a melhor oferta final.
Após suas declarações, Vance deixou Islamabad em direção aos EUA. Por outro lado, a mídia estatal iraniana relatou que as negociações não resultaram em um acordo devido ao que foi descrito como “excesso de zelo e ambições dos EUA”. Um correspondente da Tasnim informou que as conversações entre as equipes iraniana e americana terminaram sem um consenso.
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Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.
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