Paciente com suspeita de Ebola no Rio de Janeiro é diagnosticado com malária e segue em isolamento

Paciente com suspeita de Ebola no Rio de Janeiro é diagnosticado com malária e permanece em isolamento. Entenda os riscos e sintomas dessa doença!

(Imagem de reprodução da internet).

Paciente com suspeita de Ebola no Rio de Janeiro recebe diagnóstico positivo de malária

Um paciente que está sendo investigado por suspeita de Ebola no Rio de Janeiro foi diagnosticado com malária, mas permanece em isolamento até que a possibilidade de infecção pelo vírus Ebola seja descartada. A malária, conhecida também como febre terçã, é transmitida por mosquitos do gênero Anopheles, que carregam o parasita do gênero Plasmodium.

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De acordo com o Ministério da Saúde, a maioria dos casos de malária no Brasil está concentrada na região amazônica, que inclui os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Contudo, a doença não deve ser subestimada em outras partes do país, pois pode apresentar uma letalidade ainda mais elevada fora dessa região.

Transmissão e sintomas da malária

O tratamento da malária é simples e eficaz, mas a doença pode evoluir para estágios graves se não for identificada e tratada rapidamente. A transmissão ocorre por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles infectada por protozoários do gênero Plasmodium.

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Esses mosquitos, conhecidos popularmente como carapanã, muriçoca, sovela, mosquito-prego ou bicuda, costumam ser mais ativos ao amanhecer e ao entardecer.

A cadeia de transmissão se inicia quando um mosquito pica uma pessoa infectada com malária. Dentro do mosquito, os protozoários se multiplicam e, ao picar outra pessoa, o mosquito transmite a infecção. Importante ressaltar que não há transmissão direta da malária entre seres humanos.

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Sintomas e tratamento da malária

Os sintomas mais frequentes da malária incluem febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dores de cabeça. Algumas pessoas podem apresentar também náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite antes dos sintomas clássicos. Casos graves podem levar a alterações na consciência, convulsões, hipotensão arterial, choque e hemorragias.

Gestantes e crianças infectadas pela primeira vez estão mais propensas a desenvolver formas graves da doença.

O tratamento da malária é feito com a administração de comprimidos, que são disponibilizados gratuitamente. A abordagem terapêutica varia conforme a espécie do protozoário envolvido e as características individuais do paciente, como idade, peso, gravidez ou outras condições de saúde.

Quando diagnosticada precocemente, a malária pode ser curada, evitando a progressão para casos mais graves e interrompendo a cadeia de transmissão. Atualmente, não existe vacina contra a malária no Brasil, embora haja uma vacina disponível em alguns países africanos com alta incidência da doença, sendo destinada apenas a crianças pequenas.