Operação Overclean: Deputado Mendonça Júnior é Alvo de Investigação! 🤯 Policiais federais sobram mandados contra parlamentar em esquema de corrupção e lavagem de dinheiro. Ação com apoio da CGU e Receita Federal investiga desvios entre 2018 e 2024. Saiba mais!
O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) está sob investigação, iniciada nesta terça-feira (13 de janeiro de 2025) pela Polícia Federal. A ação investiga suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro. A operação conta com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU) e da Receita Federal.
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A investigação resultou na expedição de nove mandados de busca e apreensão, incluindo os direcionados ao parlamentar. Os mandados foram emitidos pelo Supremo Tribunal Federal, abrangendo a Bahia e o Distrito Federal.
Nascido em Itabuna (BA) em 1963, o pedetista possui formação em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ele está em seu quarto mandato na Câmara dos Deputados, assumindo o cargo de Secretário de Relações Internacionais da Câmara, cargo que ocupa desde abril de 2025.
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O início da atuação do deputado na Câmara ocorreu em 2011. Ao longo de 15 anos na Casa, ele exerceu diversas funções de liderança dentro do PDT, incluindo vice-líder do partido, líder do partido e vice-líder do bloco formado pelo PDT, Solidariedade, Podemos, PCdoB, Pros, PPS, Avante, Patriota, PV e DC.
Mendonça também participou de diversas comissões permanentes, como a CDE (Comissão de Desenvolvimento Econômico), onde foi presidente de 2023 a 2024, e a CCTI (Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação), que presidiu de 2019 a 2021.
A operação Overclean, deflagrada em 2025, investiga um esquema de desvio de recursos. A ação visa pessoas filiadas a partidos como MDB, PP, PSD, PSDB, PT, Republicanos, Solidariedade e União Brasil.
Os crimes investigados ocorreram entre 2018 e 2024, em cidades dos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. A investigação aponta para a desarticularção de uma organização que teria desviado dinheiro em contratos superfaturados, originados de licitações fraudulentas de prefeituras, envolvendo o Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas).
De acordo com a investigação, os irmãos Alex e Fábio Parente lideraram uma “organização criminosa” que teria “cooptado” funcionários públicos mediante pagamento de propina em dinheiro vivo para direcionar a execução de contratos.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.