Operação da Polícia Civil gera crise entre Prefeitura de São Paulo e investigação sobre fraudes
Operação da Polícia Civil em São Paulo gera polêmica entre a prefeitura e investigações sobre fraudes em licitação de R$ 108 milhões. Entenda os desdobramentos!
Operação da Polícia Civil gera tensão entre Prefeitura de São Paulo e investigação
A Polícia Civil deflagrou uma operação nesta segunda-feira (1º) com o objetivo de investigar a relação entre a Prefeitura de São Paulo e o ICB (Instituto Conhecer Brasil), de Karina Ferreira da Gama, responsável pela produtora do filme sobre Jair Bolsonaro.
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A ação gerou descontentamento entre a corporação e a administração municipal.
Fontes da prefeitura, em caráter reservado, classificaram a operação como “midiática” e “desnecessária”, criticando a atuação da Polícia Civil. Em nota enviada à CNN, a administração municipal afirmou que o contrato com o Instituto Conhecer Brasil seguiu “rigorosamente” os princípios da legalidade e que todo o material solicitado já havia sido encaminhado às autoridades, sendo de acesso público.
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Investigação sobre fraudes em licitação
A investigação investiga possíveis fraudes em uma licitação da prefeitura, que envolve um montante de R$ 108 milhões. A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital está analisando eventuais irregularidades na implantação, operação e manutenção de cinco pontos de acesso à rede de wi-fi pública em comunidades do município, no âmbito do programa WiFi Livre SP.
A Secretária de Segurança Pública não forneceu detalhes sobre a investigação, mas fontes da pasta indicaram que a operação foi iniciada devido à falta de informações requisitadas pelos investigadores. Durante uma coletiva de imprensa, Nunes mencionou que, se essa fosse a motivação, isso representaria um “erro grave” e uma “perseguição política”.
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Defesa da investigação pelo Sindicato dos Delegados
O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de São Paulo manifestou apoio à investigação. Em declaração à CNN, a delegada Jacqueline Valadares, presidente da entidade, destacou que os “procedimentos seguem os ditames previstos em lei, com o devido controle judicial, garantindo a legalidade das ações dos policiais civis no cumprimento de seu dever investigativo”.