OpenAI fecha contrato com governo dos EUA e se torna fornecedora do Pentágono

OpenAI fecha contrato estratégico com o governo dos EUA, garantindo acesso a modelos de IA para o Pentágono. Descubra os detalhes dessa parceria revolucionária!

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(Imagem de reprodução da internet).

OpenAI fecha acordo com governo dos EUA para fornecimento de IA

A OpenAI anunciou, nesta terça-feira (17), a assinatura de um novo contrato que permite a venda de acesso aos seus modelos de inteligência artificial para agências governamentais e militares dos Estados Unidos. O acesso será feito por meio da unidade de computação em nuvem da Amazon, abrangendo tanto trabalhos sigilosos quanto não classificados.

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Esse contrato possibilita que a OpenAI ofereça suporte ao Pentágono, em um acordo que foi garantido no final do mês passado. Essa movimentação ocorre após o governo dos Estados Unidos decidir romper com seu fornecedor anterior de IA, a Anthropic.

Histórico da Anthropic com o Pentágono

A Anthropic, que havia conquistado um contrato com o Pentágono no valor de até US$ 200 milhões em julho de 2025, era um dos principais fornecedores de IA para os militares americanos. A empresa colaborava com a Palantir e a Amazon Web Services (AWS) para integrar os modelos Claude em sistemas de guerra e espionagem confidenciais.

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No entanto, a relação da Anthropic com o Pentágono deteriorou-se em fevereiro, especialmente em relação a projetos voltados para vigilância doméstica e armas autônomas, o que levou a empresa a ser impedida de trabalhar para o governo dos EUA.

Novos horizontes para a OpenAI

Com essa nova parceria, a OpenAI, que anteriormente focava em aplicações governamentais não sigilosas, agora se estabelece como fornecedora de modelos para operações classificadas do Pentágono. Além disso, a conquista de contratos governamentais pode ser um fator importante para a OpenAI na atração de grandes clientes corporativos.

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Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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