Ofner e Basavareddy: A Virada Impressionante no Tie-Break do Australian Open!

O embate eletrizante entre Sebastian Ofner e Nishesh Basavareddy no Australian Open revela como o tênis exige mente e corpo em perfeita sintonia. Não perca!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Desempenho Mental e Físico no Tênis: O Confronto Ofner e Basavareddy

O tênis é um esporte que exige não apenas um alto desempenho físico, mas também um forte aspecto mental durante as partidas. O embate entre Sebastian Ofner e Nishesh Basavareddy, que ocorreu na fase classificatória do Australian Open, exemplifica essa dinâmica.

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Após 2h30 de jogo, o norte-americano conquistou a vitória de virada com parciais de 6-4, 4-6 e 7-6.

No tie-break que definiu o terceiro set, Ofner, um experiente jogador austríaco de 29 anos, parecia estar a um passo da vitória. Ele abriu uma vantagem de 6-1 e, ao conquistar o sétimo ponto, celebrou efusivamente, dirigindo-se à rede para cumprimentar Basavareddy.

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Contudo, a partida ainda não havia terminado.

Reviravoltas no Tie-Break

Em torneios de Grand Slam, o tie-break do set decisivo é jogado até 10 pontos, ao contrário do formato habitual de sete pontos. Esse detalhe se mostrou crucial na partida. Após a comemoração antecipada, Ofner cometeu erros não forçados, permitindo que Basavareddy reagisse e virasse o placar para 9-8.

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A reta final do tie-break foi marcada por tensão e reviravoltas. Ofner salvou um match point, mas não conseguiu aproveitar duas oportunidades para fechar o jogo. Na segunda chance que teve, o jovem norte-americano, de apenas 20 anos, confirmou a virada, venceu o tie-break por 13-11 e garantiu sua vaga na fase decisiva do Australian Open.

Essa partida ilustra como celebrar a vitória antes do fim, mesmo que sem intenção, raramente resulta em bons desfechos.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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