O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, implementou medidas drásticas para assegurar sua segurança, suspendendo as comunicações eletrônicas. Essa decisão reflete seu receio de ser alvo de um atentado, sobretudo em um cenário de aumento das tensões com Israel e os Estados Unidos. Khamenei agora se comunica principalmente por meio de um assessor de confiança e se encontra isolado em um bunker.
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Recentemente, o Irã enfrentou uma escalada de ataques, com bombardeios israelenses ocorrendo em 13 de junho, representando a maior ofensiva militar contra o país desde o conflito com o Iraque. Em resposta a essa situação crítica, Khamenei designou três clérigos de alto escalão como potenciais herdeiros, uma medida que evidencia a gravidade do contexto atual.
A entrada dos Estados Unidos no conflito, com o presidente Donald Trump anunciando bombardeios direcionados a instalações nucleares iranianas, intensificou ainda mais as preocupações de Khamenei. Consciente do risco que corria, ele instruiu a Assembleia de Peritos a acelerar o processo de escolha de seu sucessor, evidenciando a urgência da situação.
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Além das ameaças externas, a liderança iraniana também enfrenta o desafio de proteger sua infraestrutura crítica. O Irã já sinalizou que retaliará, mas as opções disponíveis são complexas e arriscadas. O Ministério da Inteligência implementou novos protocolos de segurança, que incluem a suspensão de comunicações eletrônicas e a proteção de altos funcionários em locais seguros.
A internet no país ficou praticamente interrompida, e as ligações internacionais foram cortadas para dificultar a identificação de agentes adversários. O Conselho Supremo de Segurança Nacional divulgou um comunicado urgente, exigindo que todos que colaborarem com o inimigo se entreguem até domingo, sob a ameaça de execução.
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Fonte por: Jovem Pan
