O parlamentar afirmou que a ausência de membros se deve à falta de interesse em exercer suas funções

Apoadores do governo tentaram interromper o processo de votação, mas a proposta de adiamento foi negada.

A sessão de quarta-feira (25) que votou a derrubada do decreto do IOF contou com a presença de pelo menos 495 parlamentares, embora a maioria tenha participado do debate à distância.

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A tentativa de aliados do governo de adiar a votação, por meio da ausência física dos parlamentares, foi frustrada com a rejeição do requerimento de adiamento.

“Não se tratava do que estava acordado entre nós e pelos líderes que votariam um projeto desta importância, colocado na pauta como está, sem que pudéssemos continuar a discussão. Na minha opinião, é ferir o nosso acordo entre nós. Adiar a discussão aqui agora é o caminho da dignidade para este Congresso.” disse Tarcísio Motta (PSOL-RJ).

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Luiz Lima (Novo-RJ) criticou a justificativa dos parlamentares em relação ao adiamento. “Presidente Hugo Motta, nenhum deputado foi impedido de estar aqui, todos nós recebemos passagens aéreas, apartamento, carro. Vejam, quem não está aqui é porque não tem vontade de trabalhar”, declarou Lima.

Fonte por: Jovem Pan

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