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O ex-prefeito de SP, Fernando Haddad, afirmou que o Brasil não pode estar entre as maiores economias do mundo e apresentar um nível de desigualdade social tão elevado

O ministro da Fazenda compareceu à apresentação do estudo “Retrato da Desigualdade e dos Tributos pagos no Brasil”.

Por: Júlia Mendes

29/08/2025 21:54

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao participar nesta sexta-feira (29) da apresentação do estudo “Retrato da Desigualdade e dos Tributos pagos no Brasil”, elaborado pelo economista francês Gabriel Zucman e equipes da Receita Federal e da pasta, afirmou que o trabalho chega num momento importante da história do Brasil, em que o país entra na era da transparência de dados.

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O estudo confirma uma tese que o ministro Haddad defende há muito tempo, desde que assumiu o Ministério da Fazenda, a de que no Brasil a desigualdade social e tributária é bastante evidente.

O trabalho, mesmo com dados de 2019, demonstra que no Brasil, a ponta 1% mais rica detém 27,4% da renda total, e os milionários em dólar no Brasil (ou seja, aqueles que recebem mais de cerca de R$ 5,5 milhões de renda anual) possuem alíquotas efetivas muito menores do que o restante da população: 20,6% (incluindo todos os tributos), em comparação com 42,5% para o brasileiro médio.

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O Brasil, historicamente, resistia em disponibilizar seus dados para a academia para estudos dessa natureza. O ministro reconheceu também o trabalho dos funcionários da Receita Federal por terem preservado a identidade dos contribuintes brasileiros, ao mesmo tempo em que colocaram dados anônimos à disposição dos pesquisadores para revelar a situação da distribuição de renda no país.

Para Haddad, o estudo se mostra extremamente oportuno, considerando que, possivelmente pela primeira vez na história do Brasil, o Congresso Nacional deverá se pronunciar nas próximas semanas sobre um primeiro e modesto avanço em direção à busca por maior igualdade no país.

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Nós temos insistido em afirmar que o Brasil não pode ser considerada uma das dez maiores economias do mundo e, ao mesmo tempo, apresentar um dos piores indicadores de distribuição de renda. Esta é a situação em que nos encontramos. O Congresso tem analisado o tema, recebendo manifestações importantes da opinião pública por meio de pesquisas e manifestações públicas de cidadãos nas redes sociais e na mídia, e eu tenho grande convicção de que, com exceção de um grupo mais radical de deputados e senadores, o bom senso prevalecerá para que o Brasil inicie uma trajetória.

Conforme aponta, trata-se de um avanço limitado, porém que possibilitará ao Brasil buscar um desenvolvimento sustentável.

Sabemos que é impossível para um país crescer de forma sustentável com a distribuição de renda que temos no Brasil. É preciso dar mais transparência para a situação social que o Brasil vive, e garantir que teremos um futuro mais promissor.

Ao falar com o economista francês, Haddad declarou que, em seu papel como ministro da Fazenda, o trabalho de Zucman e seus colegas terá grande impacto no Brasil, visando uma sociedade mais livre, justa e com mais oportunidades para os cidadãos brasileiros.

Zucman, por sua vez, explicou que dois pontos chamaram a atenção ao longo do trabalho. O primeiro é que a desigualdade no Brasil é muito maior do que se imaginava.

Ademais, segundo ele, constata-se que os indivíduos mais abastados no Brasil tributam menos que a média nacional, e os super-ricos pagam menos impostos do que os super-ricos de outros países. “Isto, sem dúvida, coloca o Brasil entre os países mais desiguais do mundo em termos de renda”, afirmou o autor do estudo.

Fonte por: CNN Brasil

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Autor(a):

Júlia Mendes

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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